10% OFF

Além Do Bem E Do Mal eBook

by Friedrich Nietzsche
Publisher: Clube de Autores, June of 2024 ‧
4,49€
10% OFF CARD
IMMEDIATE AVAILABILITY
Ebook for WOOK READER
Além do Bem e do Mal é uma obra filosófica seminal escrita por Friedrich Nietzsche e publicada em 1886. Neste livro, Nietzsche desafia as noções tradicionais de moralidade e ética ao explorar temas fundamentais como a natureza do bem e do mal, a vontade de poder e a crítica ao dualismo moral. Ele argumenta que os conceitos de certo e errado são relativos e subjetivos, moldados por contextos históricos, culturais e individuais. Nietzsche propõe uma abordagem filosófica que busca transcender as dicotomias simplistas e abrir espaço para uma visão mais complexa e multifacetada da existência humana. Ao longo da obra, Nietzsche utiliza um estilo provocativo e perspicaz para questionar as crenças arraigadas na moralidade herdada do cristianismo e de outras tradições. Ele enfatiza a importância da autoafirmação, da criatividade individual e da busca por uma vida autêntica além das normas impostas pela sociedade. Além do Bem e do Mal é uma leitura desafiadora que continua a influenciar profundamente o pensamento filosófico contemporâneo, explorando questões essenciais sobre a natureza humana, o significado da moralidade e os desafios da existência em um mundo cada vez mais complexo e diversificado.

Além Do Bem E Do Mal

by Friedrich Nietzsche

Property Description
ISBN: 3410006947822
Publisher: Clube de Autores
Release Date: June of 2024
Language: Portuguese
Pages: 66
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in Portuguese > Children’s and Young Adult > Young Adult Literature
EAN: 3410006947822

ABOUT THE AUTHOR

Friedrich Nietzsche

Um dos filósofos emblemáticos dos finais século XIX, nasceu em 1844, em Röcken, e morreu em 1900, atacado pela demência, em Weimar. As suas reflexões caracterizam-se por uma violenta crítica aos valores da cultura ocidental.

Com efeito, para Nietzsche, a decadência do Ocidente começou quando o discurso filosófico, depois de Sócrates, veio afastar a síntese que se realizara na tragédia grega, substituindo a harmonia apolíneo/dionisíaco (representando a ambivalência da essência humana, dividida entre a desmesura passional e a medida racional) por um discurso das aparências, enganador e ilusório, que transforma a realidade autêntica em metáforas ocas. Esse processo de desvitalização encontrará o apogeu com a afirmação da moral judaico-cristã, «moral de escravos», reflexo de uma maquinação hipócrita de indivíduos débeis, ignóbeis e vis numa tentativa de enfraquecer e dominar pela astúcia os valorosos.
A crítica nietzschiana acaba mesmo por abranger os fundamentos da razão, considerando que o erro e o devaneio estão na base dos processos cognitivos e que a fé na ciência, como qualquer fé em verdades absolutas, não passa de uma quimera.
Não se limitando, porém, à denúncia de um estado de espírito dominado pela submissão a valores ancestrais, impotentes para criar algo de novo e propagando a obediência e a servidão como princípios supremos, ao proclamar a «morte de Deus» e a abolição de qualquer tutela, Nietzsche passa ao anúncio de uma nova era centrada na exaltação da vontade de poder, apanágio do homem verdadeiramente livre, o super-homem, que não conhece outros ditames além dos que ele próprio fixa. No entanto, o super-homem não é unicamente dominado pelo egoísmo, cabendo-lhe dirigir a «massa», anónima e ignorante, para um estádio superior em que os valores vitais, a alegria e a espontaneidade permitam a reafirmação do instinto criador da humanidade.

Pensador paradoxal, associa ao super-homem a consciência do eterno retorno, procurando, talvez, exprimir o aspeto cíclico dos movimentos históricos ou a impossibilidade de, alguma vez, ser atingido um grau supremo de perfeição no devir do Homem.
Expressando-se de forma aforística e mantendo todas as suas afirmações no limiar da inteligibilidade imediata, Nietzsche foi um filósofo ímpar, tão inovador como polémico: ao exaltar, em detrimento da razão, a faculdade da vontade como núcleo da essência humana e verdadeiro motor do devir e colocando-se numa posição de profundo ceticismo face aos fundamentos da ética e da moral, abalou profundamente os pilares do racionalismo, sendo por isso considerado como um dos «filósofos da suspeita» (ao lado de Marx e Freud), na esteira da «crise da razão» que marcou profundamente a filosofia no século XX. Entre as suas obras são de destacar:
A Origem da Tragédia (1872), Humano, Demasiado Humano (1878), Aurora (1881), A Gaia Ciência (1882), Assim Falou Zaratustra (1883-85), Para além do Bem e do Mal (1886), A Vontade de Poder (1886, editado em 1906), A Genealogia da Moral (1887), Ecce Homo (1888), O Anticristo (1888).

(see more)

BY THE AUTHOR