10% OFF

1984 eBook

by George Orwell
Book eBook
Publisher: Porto Editora, February of 2021 ‧
8,99€
10% OFF CARD
IMMEDIATE AVAILABILITY
Ebook for WOOK READER
Era uma vez a opressão e a resistência...
Londres, 1984.O Grande Irmão controla a Oceânia, a Polícia do Pensamento controla as ideias, a novafala controla a liberdade. É neste mundo opressivo que Winston Smith, um mero peão ao serviço do Partido, inicia um diário, numa tentativa de individualidade Este ato de rebelião vai mudar a sua vida, levando-o, por fim, até à misteriosa Sala 101.

Clássicos Hoje é uma coleção inspirada por toda a luz antiga e moderna: nela cabem as maiores obras da literatura de todos os tempos, ilustradas por grandes nomes da arte contemporânea.

1984

by George Orwell

Property Description
ISBN: 978-972-0-67560-6
Publisher: Porto Editora
Release Date: February of 2021
Language: Portuguese
Pages: 360
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Collection: Clássicos Hoje
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Romance
Recommended Minimum Age: Between 15 and 18

Fabuloso!

David Almeida

Dos melhores livros que já li! Mais do que recomendado. Deveria ser de leitura obrigatória.

Orwell - O Visionário

AllByMyShelves

Um livro que foi um verdadeiro ´´mindblowing´´ para mim. Sobretudo por tudo aquilo que simboliza e que tantas vezes escolhemos ignorar. O poder que (ainda) temos para influenciar o rumo das regras que nos moldam enquanto parte da sociedade. E esse poder é nosso porque vivemos em democracia. Aqui, na brilhante narrativa que nos trouxe George Orwell em 1949 (!!!), simplesmente não existe democracia e enquanto quem manda é absolutamente isento de escrutínio, no que se refere aos seus cidadão, até o pensamento é vigiado em permanência. As notícias são constantemente alteradas em prol da imagem de quem governa, e até as palavras vão sendo terminantemente extintas. O poder da palavra e o do pensamento são - como podemos perceber em quem se apresenta nestas eleições sem uma ideia fundamentada, fará um plano de Governo - absolutamente temíveis, portanto a ideia de terminar com os mesmos deve ser, no mínimo, bastante sedutora! E quão conveniente seria ir eliminando as constantes contradições desses ´´personagens´´, não existisse uma liberdade de imprensa capaz de os expôr? Para fugir aos temíveis ´´prenúncios´´ de 1984, há que assegurar que os pilares da democracia se mantêm íntegros.

Um conto distópico incontornável!

Sofia C

George Orwell escreve um dos livros mais incontornáveis na história da literatura. Numa época em que damos como certa a nossa liberdade de expressão e direitos, a perspetiva de Smith é arrepiante. Viver de forma oca e subjugada pelo Big Brother faz-nos pensar na nossa própria realidade e nos perigos que vemos a crescer na humanidade. Acredito que esta leitura não seja para todos, exige alguma maturidade, mas é certamente obrigatória! A ilustração desta edição é magnífica!

Passado, Presente e Futuro?

CB

O livro mostra a realidade de uma sociedade governada por um Partido totalitário, representado pel’O Grande Irmão ('Big Brother'), que vigia a vida dos cidadãos, recorrendo a microfones e telecrãs. "Guerra é Paz", "Liberdade é Escravidão" e "Ignorância é Força" são os slogans do Partido. Não existe espaço para a liberdade individual, tudo é controlado: os atos, as palavras, o pensamento. E a única forma de sobreviver é não só aceitar mas acreditar no que é dito pelo Partido, ainda que isso implique, por exemplo, que 2+2=5. Mas, o que acontece a quem não o faz? É essa a viagem de Winston neste livro, a da não conformidade e da tentativa de mudar o destino de uma sociedade. Este é um livro desconfortável, que nos confronta e nos faz questionar. Em 1949 Orwell escreve sobre uma (suposta) realidade de 1984 com semelhanças a 2021. Passado, presente e futuro? Destaque para a excelente ilustração de Vhils.

CLÁSSICO OBRIGATÓRIO

AF

Quem conhece a história do sec XX percebe muitas das realidades que influenciaram o autor. Por outro lado, quem não está familiarizado com os totalitarismos vê aqui os "tiques" que facções mais extremistas usam para manipularem as massas. Imprescindível a sua (re)leitura.

Escrito em tempos passados.

Madalena M.

Desapontada? Um pouco. Arrependo-me de ter lido? Até não. As menções à violação incomodaram-me tal como o pouco que fizeram dela. Mais uma vez a "mulher" é escrita para agradar o homem e, mesmo assim, rebaixada. Porém dei por mim a afirmar: eram outros tempos. O tópico em que o livro se foca é importantíssimo e não deixa de estar escrito de uma forma nova (mesmo que seja antiga) e, de certa forma, realça tanto o passado como o presente. No entanto, o livro tornou-se repetitivo e, para mim, aborrecido. Talvez o problema seja o meu pouco interesse em distopias e não o livro em si... talvez. Afinal, nem todos os clássicos têm de ser perfeitos, pois, mais uma vez, eram outros tempos.

Recomendo vivamente

João Reis

A escrita de Geroge Orwell é já vastamente conhecida e 1984 é sem dúvida um dos seus melhores e mais populares livros. É uma excelente leitura.

Uma incrivel Visão, um aviso presente

Nuno Modesto

Uma novela sobre os perigos do totalitarismo (ou o politicamente correto dos nossos dias). Não se trata de não poder falar, mas sim de não poder pensar diferente, as "facknews" institucionalizadas. G Orwell definia-se como um espírito livre no pensar, e observador dos perigos dos "ismos", e o que leva a eles. Combateu na guerra civil espanhola ao lado das brigadas internacionais, vendo no terreno o que pode estar por detrás das ideologias (convido á leitura da Homenagem á Catalunha"). Depois de Animal Farm, brinda-nos com o 1984, que também não tem um final feliz.

Obrigatório ler

Miguel Sousa Pereira

Já há muitos anos que ouvia falar do 1984, no entanto só agora consegui ler, e posso dizer que valeu a pena entrar esta visão orwelliana do futuro. Como ponto menos positivo destaco a falta de profundidade das personagens. Penso que estas podiam ter ter sido melhor exploradas, embora esse não seja o objetivo do livro e não é por isto que o mesmo perde interesse. Destaque também para a belíssima ilustração do Vhils presente nesta edição.

Top 10 dos livros da minha vida!

Ana Mota Veiga

Uma obra perfeitamente alinhada com "A Quinta dos Animais", é a leitura perfeita para quem não se conforma com a ortodoxia dominante, ou com qualquer outra forma de ortodoxia. É um livro que nos prende, da primeira à última página. Para todos os inconformados, para todos os livres pensadores... Sem dúvida um livro para ler e reler. Uma escrita cativante e um tema sempre atual.

1984 - George Orwell

Clarinda Alves

Um clássico revisitado que continua tão atual como o era da primeira vez. Uma leitura fácil, interessante e viciante da primeira à última página.

O Grande Vhils

Diana Soares

O Grande Irmão visto pelo Grande Vhils. Adorei a ideia e já comprei. Por favor entreguem rápido!

O melhor de dois mundos

Susana Silva

George Orwell ilustrado pelo Vhils? Uma maravilha! A Porto Editora está de parabéns por este grande projeto!!!

ABOUT THE AUTHOR

George Orwell

Nascido em junho de 1903, no início de um século marcado por duas guerras mundiais, o estalinismo e o nazismo, George Orwell resume na sua obra os sonhos e pesadelos do mundo ocidental nesse período.
Nasceu Eric Arthur Blair em Motihari, na Índia Britânica. O pai era um funcionário subalterno inglês e a mãe tinha origem francesa.
Após o regresso dos pais a Inglaterra, estudou na escola Henley-on-Thames, onde se distinguiu pela relativa pobreza e pelo brilhantismo intelectual.
Frequentou depois duas importantes escolas inglesas, Wellington e Eton College, onde teve como colegas Cyril Connolly e Anthony Powell. Aldous Huxley foi seu professor. Mais tarde Orwell resumiu essa experiência como "cinco anos num banho tépido de snobismo". Mas foi nessa época que conheceu duas obras que o influenciaram, A Ilha do Doutor Moreau, de H. G. Wells, e O Tacão de Ferro, de Jack London.
Ao abandonar Eton, decidiu não ir para Oxford e entrar na polícia birmanesa, embarcando para as Índias. Nos cinco anos que se seguiram, descobriu a realidade do imperialismo e recolheu material para Dias Birmaneses e para ensaios tão originais como "Matar Um Elefante" e "Um Enforcamento".
Regressado à Europa, frequentou os bairros pobres de Londres, instalando-se em Paris na Primavera de 1928. Atingido por uma pneumonia, foi internado num hospital, cujas condições terríveis inspiraram o ensaio "Como Morrem os Pobres". A convivência com os pobres e os vagabundos forneceu-lhe material para Na Penúria em Paris e em Londres, que publicou em 1933 com o pseudónimo George Orwell.
Em 1936, o Left Book Club propôs-lhe escrever um livro sobre as condições dos operários no Norte do país. Partilhou a vida dos mineiros e confirmou as suas convicções socialistas. Escreveu numerosos artigos numa abordagem que considerava "semi-sociológica", casou com Eileen O'Shaughnessy e correspondeu-se com Henry Miller, que apreciava a sua obra e ironizava com o seu idealismo. Em 1937, decidiu combater em Espanha ao lado dos republicanos, mas, em vez de se juntar às Brigadas Internacionais, ingressou na milícia do POUM, um grupo marxista heterodoxo, lutando na frente de Aragão. Foi ferido, assistindo na convalescência à eliminação pelo Partido Comunista, apoiado pela URSS, das milícias anarquistas e do POUM. Descreveu essa experiência em Homenagem à Catalunha (1938), que lhe valeu inúmeras calúnias.
Em 1939, começou por se opor à participação da Grã-Bretanha na guerra, mas depressa se voltou contra os pacifistas, acusando-os de fazerem o jogo de Hitler. A partir de 1940, fez crítica teatral e de cinema, colaborou na Partisan Review e escreveu notáveis ensaios literários sobre Dickens, Tolstoi e Shakespeare. Em 1942-43, trabalhou para o serviço indiano da BBC, uma experiência que acabaria por o dececionar.
Em 1945, publicou Rebelião na Quinta, que, com Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, seria um libelo contra o totalitarismo estalinista que ameaçava a Europa. Em junho de 1944, o seu apartamento foi destruído nos bombardeamentos de Londres.
Em 1945, após a derrota de Hitler, foi correspondente do Observer em França e na Alemanha. Foi nesse período que a sua mulher faleceu durante uma operação. Em 1948, terminou Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, escrito ao longo de vinte e sete meses, marcados por internamentos em sanatórios por causa da tuberculose.
Em outubro de 1949, casou com Sonia Brownell. Morreu no ano seguinte. Tinha 46 anos.

(see more)

BOOKS FROM THE SAME COLLECTION

BY THE AUTHOR

PEOPLE WHO BOUGHT ALSO BOUGHT