Teresa Poças
Teresa Poças nasceu em 1996 e é natural da freguesia de Melres, Gondomar, onde viveu toda a sua infância e adolescência.
Dotada de uma mente poética que desconhecia, desde cedo começou a ler e a escrever. Sentiu-se compreendida quando leu o seu primeiro poema. Percebeu como poderia expressar a sua essência quando leu as metáforas de Sophia de Mello Breyner: as coisas não eram só coisas. Depois de muitos rascunhos, encontrou o seu estilo próprio e, aos 14 anos, publicou o seu primeiro livro, Imensidão do Vazio.
Na simplicidade de uma pré-adolescente, espelhou-se a si própria de forma genuína: um mineral em bruto, talvez um dia um diamante. A pedra foi ganhando resistência e, após um longo período afastada da escrita – uma fase Caeiriana da sua vida –, voltou a sentir necessidade de se expressar, concluindo uma obra que reflete a entrada na idade adulta e a consolidação de si própria.
A fronteira do perpétuo é uma das muitas fronteiras que terá de ultrapassar ao longo da sua vida. Foi escrita durante o seu secundário e o seu último ano de faculdade, incluindo uma passagem pela Dinamarca durante 4 meses.
Atualmente, estuda Gestão na Universidade Católica Portuguesa e tem o sonho de usar a poesia em áreas diversas: afinal, não foi Pessoa que escreveu o primeiro slogan da Coca-Cola?
Dotada de uma mente poética que desconhecia, desde cedo começou a ler e a escrever. Sentiu-se compreendida quando leu o seu primeiro poema. Percebeu como poderia expressar a sua essência quando leu as metáforas de Sophia de Mello Breyner: as coisas não eram só coisas. Depois de muitos rascunhos, encontrou o seu estilo próprio e, aos 14 anos, publicou o seu primeiro livro, Imensidão do Vazio.
Na simplicidade de uma pré-adolescente, espelhou-se a si própria de forma genuína: um mineral em bruto, talvez um dia um diamante. A pedra foi ganhando resistência e, após um longo período afastada da escrita – uma fase Caeiriana da sua vida –, voltou a sentir necessidade de se expressar, concluindo uma obra que reflete a entrada na idade adulta e a consolidação de si própria.
A fronteira do perpétuo é uma das muitas fronteiras que terá de ultrapassar ao longo da sua vida. Foi escrita durante o seu secundário e o seu último ano de faculdade, incluindo uma passagem pela Dinamarca durante 4 meses.
Atualmente, estuda Gestão na Universidade Católica Portuguesa e tem o sonho de usar a poesia em áreas diversas: afinal, não foi Pessoa que escreveu o primeiro slogan da Coca-Cola?