José Amado
José Amado, nascido, batizado, crismado, basicamente escolarizado, criado em
Sacavém, saiu casado para outro local e depois de várias paragens não se sente pertença
de nenhuma terra, porque se identifica com o lugar em cada momento.
Considera-se reinventado pelas muitas vidas que tem vivido.
A atividade profissional associada à formação académica em Engenharia de Telecomunicações fê-lo vestir a camisola até ser um pré-reformado por atingir a meia-idade.
Desempenhou funções como consultor para países de África e abandonando a área tecnológica enveredou pela Consultoria, Auditoria e Formação na Gestão da Qualidade e Segurança/Higiene no Trabalho.
Mais uns anos vividos, já reformado, dedicou-se de corpo e alma ao lazer e retomou a prática pela fotografia, ganhou apetência pela natureza, ao trilhar caminhos de cabras e desafiou-se, correndo em minis e meias-maratonas.
Cedo substitui a velocidade por passadas mais calmas porque correndo não dava tempo para fotografar.
Veio a pandemia, confinado, virou-se para dentro. Mergulhou com frenesim no seu interior e encontrou-se, aos 72 anos, usou a arte para se expor, escreve e pinta.
Bibliografia; ANIMAIS, novo sopro de vida – poemas -, Tecto de Nuvens, 2022.
Considera-se reinventado pelas muitas vidas que tem vivido.
A atividade profissional associada à formação académica em Engenharia de Telecomunicações fê-lo vestir a camisola até ser um pré-reformado por atingir a meia-idade.
Desempenhou funções como consultor para países de África e abandonando a área tecnológica enveredou pela Consultoria, Auditoria e Formação na Gestão da Qualidade e Segurança/Higiene no Trabalho.
Mais uns anos vividos, já reformado, dedicou-se de corpo e alma ao lazer e retomou a prática pela fotografia, ganhou apetência pela natureza, ao trilhar caminhos de cabras e desafiou-se, correndo em minis e meias-maratonas.
Cedo substitui a velocidade por passadas mais calmas porque correndo não dava tempo para fotografar.
Veio a pandemia, confinado, virou-se para dentro. Mergulhou com frenesim no seu interior e encontrou-se, aos 72 anos, usou a arte para se expor, escreve e pinta.
Bibliografia; ANIMAIS, novo sopro de vida – poemas -, Tecto de Nuvens, 2022.