Jorge Romão
Nasceu em 1959, no Painho, aldeia do concelho do Cadaval.
É licenciado em filosofia pela Universidade Nova de Lisboa.
Passou a infância no campo, onde aprendeu a semear batatas e a mondar o trigo.
Já guardou rebanhos, fez criação de coelhos e pisou uvas no lagar.
Na juventude, dançou num rancho folclórico.
Cultiva o humor como forma de estar na vida.
Integra, desde 1987, a Administração Pública, onde exerce funções na área da intervenção social, na esfera da Justiça.
É autor do conjunto de peças escultóricas "A Caixa – 10 anos de vigilância electrónica em Portugal", que expôs em 2012/2013 no Espaço Justiça, em Lisboa.
Quando os ciprestes davam laranjas é o primeiro livro que publica.
É licenciado em filosofia pela Universidade Nova de Lisboa.
Passou a infância no campo, onde aprendeu a semear batatas e a mondar o trigo.
Já guardou rebanhos, fez criação de coelhos e pisou uvas no lagar.
Na juventude, dançou num rancho folclórico.
Cultiva o humor como forma de estar na vida.
Integra, desde 1987, a Administração Pública, onde exerce funções na área da intervenção social, na esfera da Justiça.
É autor do conjunto de peças escultóricas "A Caixa – 10 anos de vigilância electrónica em Portugal", que expôs em 2012/2013 no Espaço Justiça, em Lisboa.
Quando os ciprestes davam laranjas é o primeiro livro que publica.
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Quando os Ciprestes Davam LaranjasChiado Books02-20160,00€