Fernando Fitas
Fernando Fitas, jornalista e poeta. Trabalhou em vários jornais de âmbito nacional, nomeadamente em O Século, 24Horas e Tal & Qual.
Fundador e diretor do quinzenário Outra Banda e chefe de redação do Notícias de Almada, colaborou ainda em diversos periódicos regionais de norte a sul de Portugal, assim como numa das rádios locais do Concelho do Seixal, assumindo a responsabilidade pela emissão de programas culturais durante vários anos.
No domínio da poesia tem várias obras distinguidas com prémios literários.
Entre eles, o Prémio Agostinho Neto (União de Sindicatos do Porto/CGPT, 1999); Prémio de Poesia Cidade de Moura (1999), Prémio Literário Raul de Carvalho (2000); Prémio de Poesia e Ficção de Almada (2003 e 2014), Prémio de Poesia Cidade Ourense (Galiza), 2017.
Venceu ainda os Prémios de Poesia Tito Olívio, 2019, Manuel Maria Barbosa du Bocage, 2020, Prémio Internacional de Poesia António Salvado (2021), Prémio de Poesia Joaquim Pessoa (2022) e Prémio Literário Carlos Carranca.
A sua escrita estende-se da reportagem à ficção, passando pela investigação histórica e recolha oral no Concelho do Seixal.
Autor das obras "Canto Amargo"; "Amor Maltês"; "Cantos de Baixo"; "Silêncio Vigiado"; "Mar da Palha - reportagens"; "Histórias Associativas – Memórias da Nossa Memória"; cujo terceiro volume foi editado em 2019; "A Casa dos Afectos"; "O Ressoar das Águas"; "O Saciar das Aves"; "Alma d'Escrita–Reportagens"; "Alforge de Heranças"; "Escrevo Um Verso na Água"; "Subversiva Liturgia das Mãos", "Olhar o assombro no êxtase da luz", "O vidro desabitado", "Elegia dos Pássaros", "Um corpo sob o pó" e "A clandestina idade dos pequenos segredos".
Alguns dos seus trabalhos poéticos estão traduzidos para Castelhano, Mirandês, Italiano e Inglês.
Fundador e diretor do quinzenário Outra Banda e chefe de redação do Notícias de Almada, colaborou ainda em diversos periódicos regionais de norte a sul de Portugal, assim como numa das rádios locais do Concelho do Seixal, assumindo a responsabilidade pela emissão de programas culturais durante vários anos.
No domínio da poesia tem várias obras distinguidas com prémios literários.
Entre eles, o Prémio Agostinho Neto (União de Sindicatos do Porto/CGPT, 1999); Prémio de Poesia Cidade de Moura (1999), Prémio Literário Raul de Carvalho (2000); Prémio de Poesia e Ficção de Almada (2003 e 2014), Prémio de Poesia Cidade Ourense (Galiza), 2017.
Venceu ainda os Prémios de Poesia Tito Olívio, 2019, Manuel Maria Barbosa du Bocage, 2020, Prémio Internacional de Poesia António Salvado (2021), Prémio de Poesia Joaquim Pessoa (2022) e Prémio Literário Carlos Carranca.
A sua escrita estende-se da reportagem à ficção, passando pela investigação histórica e recolha oral no Concelho do Seixal.
Autor das obras "Canto Amargo"; "Amor Maltês"; "Cantos de Baixo"; "Silêncio Vigiado"; "Mar da Palha - reportagens"; "Histórias Associativas – Memórias da Nossa Memória"; cujo terceiro volume foi editado em 2019; "A Casa dos Afectos"; "O Ressoar das Águas"; "O Saciar das Aves"; "Alma d'Escrita–Reportagens"; "Alforge de Heranças"; "Escrevo Um Verso na Água"; "Subversiva Liturgia das Mãos", "Olhar o assombro no êxtase da luz", "O vidro desabitado", "Elegia dos Pássaros", "Um corpo sob o pó" e "A clandestina idade dos pequenos segredos".
Alguns dos seus trabalhos poéticos estão traduzidos para Castelhano, Mirandês, Italiano e Inglês.
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