Eugénia de Vasconcellos
Eugénia de Vasconcellos nasceu em 1967, em Faro. Espera não morrer, jamais, ainda que as evidências deem a morte por inevitável. É poeta. E entre um poema e outro cabem as crónicas, o ensaio, os contos e o romance.
Se tivesse de escolher um poeta, hoje, escolhia três: Camões, Whitman, Herberto Helder. É a poesia quem abre a porta ao futuro. É por isso que a morte não lhe morde os calcanhares. Autora de O Quotidiano a Secar em Verso (poesia), Camas Politicamente Incorrectas da Sexualidade Contemporânea (ensaio), Do Branco ao Negro (conto). Há traduções de obras suas em catalão, alemão, sérvio e romeno.
Se tivesse de escolher um poeta, hoje, escolhia três: Camões, Whitman, Herberto Helder. É a poesia quem abre a porta ao futuro. É por isso que a morte não lhe morde os calcanhares. Autora de O Quotidiano a Secar em Verso (poesia), Camas Politicamente Incorrectas da Sexualidade Contemporânea (ensaio), Do Branco ao Negro (conto). Há traduções de obras suas em catalão, alemão, sérvio e romeno.
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Livro da Perfeita AlegriaEditora Guerra & Paz09-20210,00€
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Sete Degraus Sempre a DescerEditora Guerra & Paz11-20180,00€
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O Quotidiano a Secar em VersoEditora Guerra & Paz04-20160,00€
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Do branco ao negroSextante Editora (chancela)02-20140,00€
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Camas Politicamente Incorrectas da Sexualidade ContemporâneaEditora Guerra & Paz07-20130,00€
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Quem Pode Habitar em Teu Monte SagradoEdições Colibri03-20060,00€
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A Casa da CompaixãoEdições Colibri03-20060,00€