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Numero Zero Audiobook

by Umberto Eco
language: english
Publisher: Random House, November of 2015 ‧
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1945, Lake Como. Mussolini and his mistress are captured and shot by local partisans. The precise circumstances of Il Duce's death remain shrouded in confusion and controversy.1992, Milan. Colonna, a depressed hack writer, is offered a fee he can't refuse to ghost-write a memoir. His subject: a fledgling newspaper financed by a powerful media magnate. As Colonna gets to know the team, he learns the paranoid theories of Braggadocio, who is convinced that Mussolini's corpse was a body-double and part of a wider Fascist plot. It's the scoop he desperately needs. The evidence? He's working on it.Colonna is sceptical. But when a body is found, stabbed to death in a back alley, and the paper is shut down, even he is jolted out of his complacency. Fuelled by conspiracy theories, Mafiosi, love, corruption and murder, Numero Zero reverberates with the clash of forces that have shaped Italy since the Second World War. This gripping novel from the author of The Name of the Rose is told with all the power of a master storyteller.

Numero Zero

by Umberto Eco

Property Description
ISBN: 9781473524699
Publisher: Random House
Release Date: November of 2015
Language: English
Format: Audiobook
File Size B
File Format and Compatibility:
Categories: Audiobooks in English > Fiction > Romance
EAN: 9781473524699

ABOUT THE AUTHOR

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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