10% de desconto

Yo Me Quedé Allá Para Siempre eBook

La Década Española (1914-1924)

de Alfonso Reyes
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: DEBATE, abril de 2024 ‧
10,99€
9,89€
10% DESCONTO IMEDIATO
DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
La primera antología de textos que recoge la década de Alfonso Reyes en España. Edición y prólogo a cargo de Jordi Soler. En octubre de 1914, orillado por la Guerra Mundial, Alfonso Reyes deja su empleo en la Legación de México en París y se refugia en Madrid ya sin cargo diplomático y confiando en poder sostener a su familia con su talento literario. Al llegar a España, con veinticinco años, comenzó a traducir y a escribir artículos y fue introduciéndose en el mundillo del Ateneo, que se extendía hacia los bares y los cafés de la época, en los que convivía con Valle-Inclán, Juan Ramón Jiménez, Ramón Gómez de la Serna, Miguel de Unamuno, Azorín, Manuel Azaña y un largo etcétera de presencias que palpitan en las páginas de esta antología. José Ortega y Gasset lo invitó a escribir en El imparcial -ahí empezó la espinosa relación del filósofo con el escritor mexicano- y luego lo reclutó como columnista de El Sol y de la Revista de Occidente. Alfonso Reyes es uno de los ensayistas imprescindibles de nuestra lengua y fue en la década que vivió en España cuando se consolidó esa escritura elocuente y poderosa con la que deslumbró a sus contemporáneos. Después de una de las frecuentes rencillas de Reyes con el filósofo español, Jorge Luis Borges le dedicó una línea que puede servir para inquietar a los lectores del intelectual mexicano en el siglo XXI: «Pero todos sabemos que usted es infinitamente superior a Ortega y Gasset».

Yo Me Quedé Allá Para Siempre

La Década Española (1914-1924)

de Alfonso Reyes

Propriedade Descrição
ISBN: 9788419951441
Editor: DEBATE
Data de Lançamento: abril de 2024
Idioma: Espanhol
Páginas: 408
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788419951441
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Alfonso Reyes

Alfonso Reyes (1889-1959) é considerado o «pai» da moderna literatura mexicana e um dos mais importantes escritores da América Latina do século XX.
Foi diplomata, jurista, académico, escritor, jornalista, filósofo e poeta. Considerava que todos os seus trabalhos estavam ligados à sua grande ambição: compreender o ser humano.
Filho de um general, mais tarde Governador de Nue, e de uma aristocrata, nono de doze irmãos, teve uma educação esmerada no Colégio Francês e outras instituições, organizando desde jovem associações culturais e literárias nas escolas por onde passou.
A Revolução Mexicana de 1910 não trouxe bons ventos para a família. Quando escrevia o seu primeiro livro, que seria publicado em 1911, tinha uma caçadeira carregada ao lado da escrivaninha. Os textos que publicava desde a adolescência granjearam-lhe fama e reconhecimento pelo que, apesar da reputação da família associada à ditadura porfirista, conseguiu um cargo de secretário na futura Faculdade de Letras e Filosofia, onde frequentava o curso de «História da Língua e Literatura Espanhola».
Em 1913 o pai morre enquanto cabecilha do golpe de Estado para derrubar o presidente Medero. Quando um dos seus irmãos aceita em 1914 desempenhar funções no Governo que matou o pai, Alfonso decide partir, tendo conseguido um cargo na missão diplomática do México em França.
A partir dessa altura desempenha vários cargos diplomáticos, viajando nos intervalos por conta própria. Viveu alguns anos em Espanha, onde colaborou com a imprensa e continuou a publicar os seus livros. Iniciou-se também na crítica literária, sendo ainda hoje considerado o Autor de alguns dos textos críticos mais importantes de língua espanhola. Conheceu Unamuno, Valle-Inclán, Gomez de la Serna, Jimenez, 'Azorin', Ortega y Gasset e outros grandes nomes com quem depois manteve correspondência durante longos anos.
Foi Embaixador do México na Argentina, em frança e no Brasil. Na sua passagem pela Argentina conheceu os jovens Borges e Bioy Casares, que o reconheceram como mestre. Casares diria mais tarde em cartas que «[Reyes] é o homem mais culto e inteligente que conheci, capaz de ligar qualquer assunto e fazer sentido lógico e poético de fosse o que fosse». Foi amigo de Victoria Ocampo e Leopoldo Lugoñes.
Em 1939 criou o prestigiado Colégio do México e, mais tarde, o Colégio Nacional. Foi membro da Academia Mexicana da Língua (a contraparte da Real Academia Espanhola). Constrói na Cidade do México uma casa com uma enorme biblioteca que ficou conhecida como «Capela Alfonsina» e onde se passaram a reunir todos os grandes nomes da cultura mexicana, bem como jovens escritores e intelectuais, nacionais e estrangeiros. Em 1949 recebe o Prémio Nacional das Ciências e Artes.
É doutor honoris causa por universidades tão distintas como Princeton, Sorbonne ou a Universidade da Califórnia, em Berkeley. Foi nomeado 5 vezes para o Prémio Nobel, a primeira das quais numa proposta de Gabriela Mistral, vencedora do Prémio Nobel da Literatura em 1945.
Alfonso Reyes escreveu poesia, ensaio, prosa, teatro, crítica, memórias, diários, milhares de cartas e outros milhares de páginas de apontamentos pessoais sobre tudo e nada. A sua obra influenciou grande parte dos escritores da América Latina.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR