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Vérité eBook

de Émile Zola
idioma: francês
Editor: Saga, Lindhardt Ringhof A/S (FR), dezembro de 2022 ‧
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Ebook para ADE
Dans l''école laïque de Jonville un enfant a été violé et tué. Simon, un instituteur juif, est accusé puis condamné. Son collègue Marc Froment lutte à ses côtés pour rétablir la vérité. Mais l''ensemble du clergé truque les preuves, influence la justice, et ment pour discréditer les écoles laïques et pour protéger le vrai criminel, un frère des écoles chrétiennes.Troisième de la série inachevée de Zola « Les Quatre Évangiles », rédigé lors de la séparation de l''Église et de l''État, « Vérité » illustre le combat entre laïcité et religion. Paru au lendemain de la mort de l''auteur dans L''Aurore, Zola s''impose en défenseur d''une minorité injustement persécutée.

Vérité

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9788726730456
Editor: Saga, Lindhardt Ringhof A/S (FR)
Data de Lançamento: dezembro de 2022
Idioma: Francês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9788726730456
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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