25% de desconto

Tyrant Banderas eBook

de Ramón Del Valle-Inclán
idioma: inglês
Editor: New York Review Books, agosto de 2012 ‧
17,23€
13,78€
20% DE DESCONTO IMEDIATO + 5% CARTÃO
DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para ADE
DOMINGO DIGITAL – VER MAIS ARTIGOS EM PROMOÇÃO
An NYRB Classics Original

The first great twentieth-century novel of dictatorship, and the avowed inspiration for García Márquez’s The Autumn of the Patriarch and Roa Bastos’s I, the Supreme, Tyrant Banderas is a dark and dazzling portrayal of a mythical Latin American republic in the grip of a monster. Ramón del Valle-Inclán, one of the masters of Spanish modernism, combines the splintered points of view of a cubist painting with the campy excesses of 19th-century serial fiction to paint an astonishing picture of a ruthless tyrant facing armed revolt.

       It is the Day of the Dead, and revolution has broken out, creating mayhem from Baby Roach’s Cathouse to the Harris Circus to the deep jungle of Tico Maipú. Tyrant Banderas steps forth, assuring all that he is in favor of freedom of assembly and democratic opposition. Mean­while, his secret police lock up, torture, and execute students and Indian peasants in a sinister castle by the sea where even the sharks have tired of a diet of revolutionary flesh. Then the opposition strikes back. They besiege the dictator’s citadel, hoping to bring justice to a downtrodden, starving populace.

           Peter Bush’s new translation of Valle-Inclán’s seminal novel, the first into English since 1929, reveals a writer whose tragic sense of humor is as memorably grotesque and disturbing as Goya’s in his The Disasters of War.

Tyrant Banderas

de Ramón Del Valle-Inclán

Propriedade Descrição
ISBN: 9781590175163
Editor: New York Review Books
Data de Lançamento: agosto de 2012
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
EAN: 9781590175163
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Ramón Del Valle-Inclán

Ramón del Valle-Inclán nasceu em Vilanova de Arousa, (Pontevedra), em 1866, numa família da aristocracia galega com convicções liberais. Frequentou o curso de Direito na Universidade de Santiago de Compostela, sem, no entanto, o concluir. Em Madrid, para onde vai em 1890, inicia a sua atividade literária, escrevendo contos e artigos para a imprensa. Viajou para o México em 1892. E em 1895 publica o seu primeiro livro, Femininas. Instala-se em Madrid em 96-97, no tumulto daqueles anos em que desponta um século novo, por entre a boémia, a rebeldia, a febre modernista, as tertúlias literárias fervilhantes de inovações. É ferido num duelo com Manuel Bueno, e sofrerá, em consequência dessa ferida, a amputação do braço esquerdo. Vai publicando contos, traduções, artigos até que, em 1902, publica Sonata de Outono<7i>, iniciando uma das mais inovadoras obras literárias de Espanha, reconhecida internacionalmente. Seguem-se as demais Sonatas [de Verão (1903), de Primavera (1904) e de Inverno (1905)] e, com elas, a invenção de uma personagem, o Marquês de Bradomín que ombreia com os grandes mitos da literatura clássica, como Don Juan. Depois do seu casamento com a atriz Josefina Blanco, escreve para o teatro a série Comedias Bárbaras [Àguila de Blasón, [1907, Romance de Lobos, 1908, Cara de Plata, 1909), amplo panorama social onde começa a desenhar-se a deformação dramática que irá caracterizar a sua obra posterior. Foi professor na Academia de San Fernando (1916). E será em 1920 que publica, entre outras peças, Divinas Palavras e Luces de Bohemia, o seu primeiro esperpento, termo que inventou para designar a sua peculiar maneira de deformar o mundo ("os heróis clássicos refletidos num espelho côncavo dão o esperpento", escreve), mordaz, dramática, grotesca. Continuará a escrever teatro, sendo mundialmente representadas as peças que recolheu em Martes de Carnaval (Los Cuernos de Don Friolera, de 1925, Las Galas del Difunto, (1926), La Hija del Capitan (1927). De 1926 é o seu romance mais célebre, Tirano Banderas, retrato de uma ditadura sul-americana que viria a influenciar toda a literatura posterior. A instauração da República em 1931 trouxe-lhe algum reconhecimento público, e chegou a ser presidente do Ateneo de Madrid (1932). Morreu em Santiago de Compostela, aos 69 anos, em 1936. É por muitos considerado o maior dramaturgo espanhol do século XX.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR