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The Tavern - Émile Zola eBook

de Émile Zola
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, fevereiro de 2025 ‧
1,90€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
The Tavern   is a stark depiction of the struggles of the working class in 19th-century France, offering a raw and unflinching critique of poverty, alcoholism, and the brutal cycles of social determinism. Émile Zola employs his naturalist approach to expose the harsh realities faced by the urban poor, illustrating how environment and heredity shape human destiny. Through the tragic life of Gervaise Macquart, a laundress striving for stability amidst a world of relentless hardship, the novel explores themes of ambition, disillusionment, and the crushing weight of societal constraints. Since its publication, Tavern has been recognized for its powerful social commentary and meticulous realism. Zola's portrayal of working-class Paris, with its vivid detail and psychological depth, has cemented the novel's status as a defining work of naturalist literature. The novel's exploration of systemic oppression, the fragility of human hope, and the corrosive effects of vice continues to resonate, offering an uncompromising view of the forces that shape individual lives. The enduring impact of Tavern lies in its ability to confront readers with uncomfortable truths about social inequality and the limitations of personal agency. By depicting the interplay between external circumstances and inner struggles, Zola challenges the notion of free will, inviting readers to reflect on the broader mechanisms that govern human suffering and resilience.

The Tavern - Émile Zola

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9788583865728
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2025
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 260
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788583865728
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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