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The Gods Are Athirst - Anatole France eBook

de Anatole France
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, fevereiro de 2025 ‧
1,90€
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Ebook para wook reader
The Gods Are Athirst, by Anatole France, is a powerful historical novel set during the height of the French Revolution, capturing the terror, idealism, and fanaticism of the period. The story follows Évariste Gamelin, a young and zealous Jacobin artist who becomes a judge of the Revolutionary Tribunal. Consumed by his devotion to the revolutionary cause, Gamelin descends into moral blindness, embracing violence and justifying executions in the name of justice and virtue. Published in 1912, the novel offers a scathing critique of ideological extremism and the corrupting nature of absolute power. Through precise and elegant prose, Anatole France explores the tragic consequences of political fanaticism, the loss of individual conscience, and the transformation of noble ideals into instruments of terror. The title itself—The Gods Are Athirst—alludes to a thirst for blood disguised as divine justice. The enduring relevance of The Gods Are Athirst lies in its timeless examination of how revolutions can devour their own, and how the pursuit of purity can lead to destruction. With its chilling portrait of a society spiraling into chaos, the novel remains a poignant reflection on the fragility of reason and humanity in times of upheaval.  

The Gods Are Athirst - Anatole France

de Anatole France

Propriedade Descrição
ISBN: 9788583864745
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2025
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 150
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788583864745
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Anatole France

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1921

Anatole France, pseudónimo de François-Anatole Thibault (1844–1924), nasceu em Paris. Filho de um livreiro, desempenha funções na Biblioteca do Senado, ao mesmo tempo que escreve artigos de crítica e publica poesia em jornais e revistas. Em 1896, é eleito membro da Academia Francesa.
Experimenta vários géneros literários — os seus contos, Jocaste et Le Chat Maigre, de 1879, são elogiados por Flaubert —, mas é no romance que a sua vocação de escritor mais se evidencia. O seu primeiro sucesso advém com Thaïs (1890), reevocação decadente do período clássico, adaptado a libreto da ópera homónima, composta por Massenet e hoje em dia parte integrante do repertório tradicional. Seguem-se outros romances famosos, como Le Lys Rouge (1894), e quatro volumes reunidos sob o título Histoire Contemporaine (1897–1901), que marcam em definitivo a maturidade expressiva do escritor e o seu interesse por temas sociais e políticos.
Nas obras do seu último período de vida, destacam-se Vie de Jeanne d’Arc (1908), a novela alegórico-satírica L’Île des Pingouins (1908) e o romance histórico, que decorre durante a Revolução Francesa com Os Deuses Têm Sede (1912) e durante a Terceira República em A Revolta dos Anjos (1914), ambos na Cavalo de Ferro.
Escritor de refinada cultura e elegância de estilo, Anatole France esconde sob a veste de um irónico ceticismo um indulgente desencanto pela sociedade moderna. Em 1921, é-lhe atribuído o Prémio Nobel de Literatura pelo conjunto da sua obra.

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