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The Crime Of Sylvestre Bonnard eBook

de Anatole France
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, abril de 2025 ‧
1,90€
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Ebook para wook reader
The Crime of Sylvestre Bonnard, by Anatole France, is a subtle and reflective novel that explores themes of morality, compassion, and the quiet complexities of human life. The story follows Sylvestre Bonnard, an aging scholar and member of the Institut de France, whose life is devoted to books and intellectual pursuits. His so-called "crime" arises when he becomes involved in the life of a young girl, Jeanne, and defies legal boundaries in an effort to protect her well-being. Published in 1881, the novel blends irony, gentle humor, and philosophical insight. Anatole France crafts a character who, though deeply rooted in scholarly detachment, discovers the emotional richness of life through unexpected human connection. Rather than presenting a grand or sensational crime, the narrative emphasizes the moral ambiguity of actions guided by empathy over rigid law. The enduring appeal of The Crime of Sylvestre Bonnard lies in its quiet humanism and elegant prose. France challenges the reader to reconsider the true nature of justice and goodness, suggesting that the most meaningful acts may arise from the heart, not from duty. The novel remains a poignant reflection on the tension between intellect and emotion, and the moral courage found in everyday life.  

The Crime Of Sylvestre Bonnard

de Anatole France

Propriedade Descrição
ISBN: 9788583864820
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: abril de 2025
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 135
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Literatura Fantástica
EAN: 9788583864820
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Anatole France

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1921

Anatole France, pseudónimo de François-Anatole Thibault (1844–1924), nasceu em Paris. Filho de um livreiro, desempenha funções na Biblioteca do Senado, ao mesmo tempo que escreve artigos de crítica e publica poesia em jornais e revistas. Em 1896, é eleito membro da Academia Francesa.
Experimenta vários géneros literários — os seus contos, Jocaste et Le Chat Maigre, de 1879, são elogiados por Flaubert —, mas é no romance que a sua vocação de escritor mais se evidencia. O seu primeiro sucesso advém com Thaïs (1890), reevocação decadente do período clássico, adaptado a libreto da ópera homónima, composta por Massenet e hoje em dia parte integrante do repertório tradicional. Seguem-se outros romances famosos, como Le Lys Rouge (1894), e quatro volumes reunidos sob o título Histoire Contemporaine (1897–1901), que marcam em definitivo a maturidade expressiva do escritor e o seu interesse por temas sociais e políticos.
Nas obras do seu último período de vida, destacam-se Vie de Jeanne d’Arc (1908), a novela alegórico-satírica L’Île des Pingouins (1908) e o romance histórico, que decorre durante a Revolução Francesa com Os Deuses Têm Sede (1912) e durante a Terceira República em A Revolta dos Anjos (1914), ambos na Cavalo de Ferro.
Escritor de refinada cultura e elegância de estilo, Anatole France esconde sob a veste de um irónico ceticismo um indulgente desencanto pela sociedade moderna. Em 1921, é-lhe atribuído o Prémio Nobel de Literatura pelo conjunto da sua obra.

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