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Perfect Vacuum eBook

de Stanislaw Lem
idioma: inglês
Editor: HOUGHTON MIFFLIN HARCOURT, abril de 1983 ‧
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Ebook para ADE
Ingenious essays from "a Jorge Luis Borges for the Space Age, who plays in earnest with every concept . . . from free will to probability theory" (The New York Times Book Review).

In A Perfect Vacuum, Stanislaw Lem steps outside of his fictional comfort zone to try his hand at reviewing the literature of others. The only catch is this: None of these books have actually been published—or even written—he just made them up.
 
These sixteen satirical and brilliantly insidious commentaries on non-existent books cover the gamut of unconventional writing techniques: from a Joycean review that doggedly dissects every word to a critique that is written entirely in negatives to an analysis presented in fragments for the reader to assemble as he or she likes. Along the way, Lem presents his trademark examinations on topics ranging from modern art to computer technology to philosophy.
 
At once a disarming delight and a clever mental exercise, A Perfect Vacuum lends credence to the assertion that Lem is "Harpo Marx and Franz Kafka and Isaac Asimov rolled up into one and down the white rabbit’s hole" (Detroit News).

Perfect Vacuum

de Stanislaw Lem

Propriedade Descrição
ISBN: 9780547543758
Editor: HOUGHTON MIFFLIN HARCOURT
Data de Lançamento: abril de 1983
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção Científica
eBooks em Inglês > Outros
EAN: 9780547543758
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Stanislaw Lem

Stanislaw Lem (1921-2006) é um dos mais traduzidos e destacados autores polacos. Nos anos 40, estudou medicina e psicologia em Lviv e em Cracóvia. Foi forçado a obter documentos falsos – que o salvaram das câmaras de gás de Belzec – e, como mecânico, dedicou-se a sabotar carros alemães durante a invasão nazi. Publicou Solaris (1961), A Voz do Dono (1968) e livros com um humor inimitável, como Memórias Encontradas numa Banheira (1961) e Congresso Futurológico (1971). Em 1976, foi expulso da Associação Americana de Escritores de Ficção Científica, por ter criticado a qualidade da produção norte-americana no género. Legou-nos uma obra profundamente filosófica, norteada pela reflexão sobre as limitações humanas, o lado negro do progresso e o lugar do homem no Universo. Perdurará neste planeta como um mestre da sátira e da imaginação.

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