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O Mutilados eBook

de Hermann Ungar
Livro eBook
Editor: E-primatur, outubro de 2020 ‧
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«Uma obra-prima que deveria ser incluída entre os grandes clássicos da Literatura.» Thomas Mann, prémio Nobel de Literatura

Um inferno sexual, pleno de depravação, crime e da mais profunda melancolia - uma digressão monomaníaca, se preferirem, mas apesar de tudo uma digressão interior de arte no seu sentido mais puro, escreveu Thomas Mann sobre este romance de Hermann Ungar.
A história de um empregado bancário neurótico e socialmente inepto cuja grande ambição é a criação de uma vida controlada e sem surpresas mas que é arrastado numa cadeia de eventos para o caos total.
Escrito em pleno coração cultural de uma Europa sob influência das doutrinas de Freud, Os Mutilados, é um romance que nos fala das nossas inseguranças e põe a nu as relações menos lícitas e raramente abordadas entre o indivíduo e a sociedade.
Obra de escândalo na forma como aborda as temáticas sexuais, o livro de Ungar caiu no esquecimento antes da Segunda Guerra Mundial e foi apenas redescoberto nos anos 80, altura a partir da qual passou a integrar o cânone da melhor literatura europeia do Século XX.

Um livro maravilhoso e horrível, cativante e repulsivo, inesquecível embora se ficasse contente por poder esquecê-lo. Stefan Zweig


Biografia do Autor:

Hermann Ungar (1893-1929), foi um escritor judeu da Morávia de expressão alemã.
Particularmente activo no meio literário intelectual de Berlim, Viena e Praga na terceira década do século XX, Ungar foi influenciado pelo Expressionismo e pela psicanálise.
As suas obras testam até aos limites mais negros o tecido social e abordam temáticas de choque como a sexualidade e a doença psicológica. Admirado por todos os grandes nomes da cultura germanófil, foi comparado a kafka aquando da sua publicação em França onde a sua obra foi traduzida perto do final da sua vida.
Autor de dois romances, vários contos, peças de teatro e ensaios, Ungar foi esquecido durante a Segunda Guerra Mundial tendo as suas obras sido especialmente destacadas entre a lista de livros da destruir pelo regime nazi.
Nos anos 80, após uma nova tradução francesa da sua obra, o escritor foi ressuscitado tendo sido traduzido em mais de duas dezenas de línguas e vendo novamente o seu nome a figurar no cânone da literatura europeia.

O Mutilados

de Hermann Ungar

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898872173
Editor: E-primatur
Data de Lançamento: outubro de 2020
Idioma: Português
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898872173
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Um inferno de paranoia

Rui Gonçalo

Obra ressuscitada da censura Nazi nos anos 30, autor esquecido pela Europa, outro judeu Kafka ocupou o lugar como o favorito no género literário do paranoia e contra racional. Morreu cedo e uma guerra mundial pelo meio da carreira não deixam Ungar escrever muito e Os Mutilados será a sua obra mais conhecida, nela Ungar conta-nos sobre o desvario da mente numa farsa psicológica de um homem altamente neurótico, socialmente inapto a que uma vida de ordem meticulosa é-lhe sobreposta o caos. Agora considerada obra importante no séc XX no fim da leitura "deixa em nós o traço indelével de uma grandeza, uma beleza, um poder que inicialmente não suspeitaríamos” como disse Thomas Mann

SOBRE O AUTOR

Hermann Ungar

Hermann Ungar (1893-1929), foi um escritor judeu da Morávia de expressão alemã. Particularmente ativo no meio literário intelectual de Berlim, Viena e Praga na terceira década do século XX, Ungar foi influenciado pelo Expressionismo e pela psicanálise. As suas obras testam até aos limites mais negros o tecido social e abordam temáticas de choque como a sexualidade e a doença psicológica. Admirado por todos os grandes nomes da cultura germanófila, foi comparado a Kafka aquando da sua publicação em França onde a sua obra foi traduzida perto do final da sua vida. Autor de dois romances, vários contos, peças de teatro e ensaios, Ungar foi esquecido durante a Segunda Guerra Mundial tendo as suas obras sido especialmente destacadas entre a lista de livros a destruir pelo regime nazi. Nos anos 80, após uma nova tradução francesa da sua obra, o escritor foi ressuscitado tendo sido traduzido em mais de duas dezenas de línguas e vendo novamente o seu nome a figurar no cânone da literatura europeia.

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