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O Cortiço eBook

Versão Adaptada Para Neoleitores

de Aluísio Azevedo; Ilustração: Edgar Vasques
idioma: português do brasil
Editor: L&PM Editores, abril de 2021 ‧
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Este livro é uma versão adaptada para novos leitores! - O português João Romão, com muito esforço, conseguiu juntar algum dinheiro e construiu um cortiço, um conjunto de casas simples, para alugar. Lá vão morar lavadeiras, trabalhadores braçais e operários. Ao lado do cortiço, vive um comerciante rico chamado Miranda. As brigas entre os dois ficam frequentes. João Romão, cada vez mais rico, quer virar um homem da alta sociedade, como Miranda. Para isso, pretende livrar-se de sua amante, Bertoleza, uma negra muito trabalhadora, e casar com a filha do vizinho. Neste grande romance, Aluísio Azevedo (1857-1913) descreve o comportamento das pessoas e a influência do meio sobre elas, mostrando como funciona a sociedade brasileira.

O Cortiço

Versão Adaptada Para Neoleitores

de Aluísio Azevedo; Ilustração: Edgar Vasques

Propriedade Descrição
ISBN: 9786556661629
Editor: L&PM Editores
Data de Lançamento: abril de 2021
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 56
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: É Só O Começo (Neoleitores)
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
eBooks em Português > Infantis e Juvenis > Livros de referência
EAN: 9786556661629
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Aluísio Azevedo

Aluísio Tancredo Gonçalves Azevedo nasceu em São Luís do Maranhão, no dia 14 de abril de 1857, filho do português David Gonçalves de Azevedo e de Emília Amália Pinto de Magalhães. Era o segundo filho do casal, nascendo depois do mais velho, Artur Azevedo, e antes de Américo Azevedo. Aluísio Azevedo fez seus primeiros estudos de pintura com o professor italiano Domingos Tribuzzi na cidade natal. Alimentava o sonho de prosseguir a formação na Academia Imperial de Belas Artes, para tornar-se pintor profissional. Em 1876 mudou-se para o Rio de Janeiro, a fim de frequentar o curso preparatório, mas viu esse sonho frustrado por falta de recursos financeiros. Passou a trabalhar na redação de periódicos humorísticos, tais como O Fígaro (1876), Mequetrefe (1877) e Comédia Popular (1878) para os quais realizou várias caricaturas. A morte do pai, em 1878, obrigou o jovem Aluísio a retornar para o lado da mãe, em São Luís do Maranhão. Permaneceu na província por três anos, participando da imprensa local. Lançou a folha O Pensador, de tendência nitidamente oposicionista, na qual fez fervorosa campanha anticlerical e redigiu matérias a favor da abolição da escravatura. Sua estreia como romancista ocorreu nessa fase ao escrever o livro Uma lágrima de Mulher (1879), a que se seguiu o lançamento de O Mulato (1880), cuja repercussão na cidade o conduziu de volta à corte, em 1881. Estando novamente no Rio de Janeiro, procurou ganhar a vida como escritor profissional. Redigiu contos, crônicas, peças de teatro e romances que divulgou em forma de folhetins nos órgãos da imprensa. Apesar da fertilidade criativa, a veia do romancista ganhou força para alçar voos mais elevados a partir dos bons resultados que os livros Casa de Pensão (1884), O Homem (1887) e, sobretudo, O Cortiço (1890) obtiveram ao enfrentarem debates importantes da vida social brasileira daquela época.

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