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Nós, Filhos De Eichmann eBook

Carta Aberta A Klaus Eichmann

de Günther Anders
idioma: português do brasil
Editor: Editora Elefante, abril de 2023 ‧
8,49€
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Ebook para wook reader
Apesar de terem sido escritas há décadas, e de se endereçarem ao filho do oficial que administrava a máquina de extermínio nazista, as cartas reproduzidas neste livro possuem uma atualidade na menos que assombrosa. A seu interlocutor, Klaus Eichmann, primogênito de Adolf — caçado, julgado e condenado à forca por Israel no início dos anos 1960 —, o filósofo judeu Günther Anders esclarece que não quer remexer o passado, mas falar do futuro: "é necessário buscar aquelas raízes que não se extinguiram após o colapso do sistema do terror de Hitler e de seu pai". Seu maior pesadelo é a repetição da monstruosidade, que para ele é resultado do avanço frenético da técnica e da incapacidade do ser humano de sequer imaginar a magnitude do poder de destruição que desenvolveu. Ao tentar convencer o filho a romper com a herança paterna, fica claro que Anders está falando a todos nós, conclamando ao pensamento crítico e à consciência sobre em que medida nossas ações cotidianas, nosso trabalho, a forma como inocentemente ganhamos a vida, contribui para a destruição do mundo — e do outro.

Nós, Filhos De Eichmann

Carta Aberta A Klaus Eichmann

de Günther Anders

Propriedade Descrição
ISBN: 9788593115684
Editor: Editora Elefante
Data de Lançamento: abril de 2023
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 112
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > História > História em Geral
EAN: 9788593115684

SOBRE O AUTOR

Günther Anders

Günther Anders (1902-1992), filósofo, ensaísta e feroz opositor da nuclearização do mundo, foi, tal como Hannah Arendt, sua companheira entre 1929 e 1937, aluno de Martin Heidegger. Estudou em Munique e Berlim, e doutorou-se em Filosofia em 1923. Filho de intelectuais judeus, denunciou nos anos 30 a ameaça da ascensão nazi, que o obrigou a refugiar-se em Paris e, mais tarde, a exilar-se nos EUA. O trauma do Holocausto e o horror dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui, a par do impacto da tecnologia na sociedade, que analisou em Die Antiquiertheit des Menschen [A Obsolescência do Homem] (1956 e 1980), dominaram a sua reflexão.

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