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New Art Of Writing Plays eBook

de Lope De Vega
idioma: inglês
Editor: Forgotten Books, novembro de 2019 ‧
7,75€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para ADE
Whilst the greatest effort has been made to ensure the quality of this text, due to the historical nature of this content, in some rare cases there may be minor issues with legibility. The New Art of Writing Plays by Lope De Vega expounds the ideas of this famous Spanish playwright regarding the art of writing plays. As a master of his craft, De Vega is constantly compared with Shakespeare with regard to poetry and drama. In this book, he uses verse to describe the nuances of creating plays. Throughout, the language is informal and written in good humour. With a self-effacing attitude, De Vega provides some crucial insights in to his way of playwriting.

The address by De Vega is brief and translated from Spanish for the English reader. However, even in its brevity, the work is of tremendous importance as it's a rare insight by a playwright on his craft. The most important aspect of this address remains his support for the Classicist doctrine of playwriting but his own inability to follow those rules while creating his plays. In The New Art of Writing Plays the analysis provided by Brander Matthews is as relevant as the work itself. Matthews is able to link the many loose references made in the address and comparisons with other famous playwrights of his time.

The New Art of Writing Plays brings up two points worth noting. First and foremost, this work postulates De Vega's style of playmaking and provides first hand inputs to those interested in the craft and provides a window into the intricate world of Spanish plays of his era. Secondly, this work shows De Vega's internal conflict in contextualizing his own work against the backdrop of Classicists like Cicero, Donatus, Robortello and others whom he mentions. While this title would be a treasure trove of information for scholars and students of the arts it will also entice the casual enthusiast.

New Art Of Writing Plays

de Lope De Vega

Propriedade Descrição
ISBN: 9780259614579
Editor: Forgotten Books
Data de Lançamento: novembro de 2019
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade: PDF para ADE
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ensaios
EAN: 9780259614579

SOBRE O AUTOR

Lope De Vega

Poeta dramático espanhol que nasceu em 1562, em Madrid. Morreu em 1635, igualmente em Madrid, depois da morte da última mulher da sua vida, da morte do filho no mar e do rapto da filha mais nova. Foi um dramaturgo marcante da "idade de ouro" espanhola, autor de mais de 1800 peças de teatro, das quais apenas sobreviveram 431, e de algumas centenas de autos, tendo chegado somente 50 aos nossos dias. Foi educado pelos jesuítas e logo se fez notar pela grande facilidade de composição em verso e pela imaginação romanesca.
Em 1583, seguiu para Lisboa, onde embarcou na esquadra espanhola que Álvaro de Bazán preparou para tomar parte na expedição aos Açores, contra os portugueses que resistiam a Castela. Cinco anos depois, tornou a embarcar em Lisboa, na Armada Invencível. Depois de a esquadra ter sido desfeita pelos vendavais e pelos ingleses, Lope regressou a Espanha juntamente com os poucos navios intactos. Pouco depois escreveu Arcádia, uma novela pastoral cheia de alusões a pessoas e a factos do seu tempo. Depois de ter enviuvado, de ter casado segunda vez e de ter vivido vários escândalos amorosos, ingressou na Congregação dos Escravos do Santíssimo Sacramento, em 1608. Em 1611, integrou a Ordem Terceira de S. Francisco. Três anos depois, recebeu as ordens sacras. Em 1627, doutorou-se em Teologia no Collegium Sapientiae e recebeu a Cruz da Ordem de Malta. A partir desse momento passou a utilizar o título de frei.
Os temas das suas obras foram inspirados na tradição nacional. O cunho dramático assenta, sobretudo, no choque das paixões tipicamente espanholas, como o sentimento de honra, a dedicação cavalheiresca, a realeza, a justiça e o contraste entre as sociedades aristocrata e popular. O mais importante na sua obra não é o carácter individual, mas sim o atrito pessoal com a sociedade e o contraste entre o ambiente e a mentalidade. Exemplo disso são obras como El Último Godo, Las Famosas Asturianas, El Mejor Alcalde el Rey, La Desdichada Estefania, La Estrella de Sevilla, Lo Cierto por lo Doduso, El Rey Don Pedro en Madrid, Porfiar Hasta Morir, Peribáñez y el Comendador de Ocaña, Fuente Ovejuna, El Remedio en la Desdicha, Los Comendadores de Córdoba, La Serrana de la Vera, El Marquez de las Navas, El Mejor Mozo de España, e muitas outras.
Para além do género dramático, Lope também se dedicou a novelas em prosa, muitas vezes com versos intercalados - como é o caso de Arcádia. Dentro deste género também escreveu Dorotea e El Peregrino en su Patria (1603) e Las Fortunas de Diana e La Filomena (1621). Escreveu poemas como La Hermosura de Angelica e La Dragóntea (1602), Circe (1624), Mañana de S. Juan, La Corona Tragica, St. Isidoro Labrador e Romancero Espiritual (1625), Rimas Sacras, Laurel de Apolo (1630), e numerosas poesias líricas. Entre as suas obras, existem algumas que se referem a assuntos portugueses, como La Tragedia de Doña Ignez de Castro (1613), El Bastardo de Ceuta (1615), El Duque de Vizeo (1615), El Más Galan Portugués, Duque de Braganza (1615), La Tragedia del Rey Don Sebastian, y Bautismo del Principe de Marruecos (1618), Segunda Parte del Principe Perfecto (1623), D. Juan de Castro, Fernan Mendes Pinto, Comedia Famosa e El Nuevo Mundo Descubierto, uma comédia em verso que narra, em três atos, a viagem de Cristóvão Colombo e a recusa do rei de Portugal em patrocinar a viagem.
Lope de Vega escreveu também romances pastorais, versos históricos de acontecimentos da sua época, versos biográficos de santos espanhóis, longos poemas épicos e burlescos e contos em prosa, "imitando" ou adaptando os trabalhos de Ariosto e de Cervantes. As suas composições líricas - baladas, elegias, epístolas e sonetos - são inúmeras.

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