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Native Son eBook

de Richard Wright
idioma: inglês
Editor: Random House, outubro de 2016 ‧
8,99€
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Ebook para ADE

Bigger Thomas has grown up in Chicago’s slums, reckless, angry and adrift.

A respectable job with the affluent Dalton family provides hope but sets him on course for a catastrophic collision between his world and theirs. Hunted by citizen and police alike, and baited by prejudiced officials, Bigger finds himself the cause célèbre in an ever-narrowing endgame.

First published in 1940, Native Son shocked readers with its candid depiction of violence and confrontation of racial stereotypes. It went on to make Richard Wright the first bestselling black writer in America.

‘In addition to being a masterpiece, a Great American Novel'' Guardian

''The most important and celebrated novel of Negro life to have appeared in America'' James Baldwin

WITH AN AFTERWORD BY GARY YOUNGE

Native Son

de Richard Wright

Propriedade Descrição
ISBN: 9781446466889
Editor: Random House
Data de Lançamento: outubro de 2016
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Guias Turísticos e Mapas > América do Norte
EAN: 9781446466889
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Richard Wright

Tido por um dos autores afro-americanos mais importantes do século XX, Richard Wright (1908-1960) foi uma figura tutelar para James Baldwin e influenciou escritores como Ralph Ellison e Amiri Baraka. No seu percurso de vida – da infância no Mississípi e nos bairros pobres de Chicago à consagração como intelectual e uma das vozes mais ativas na condenação do racismo nos EUA –, a liberdade e a escrita andaram sempre de mãos dadas. Na sua obra, a representação de figuras violentas aprisionadas pelo sistema racial aliava-se ao desejo de dar voz à raiva contida dos negros, denunciando a sua desumanização. Celebrizou-se com a publicação do romance Native Son (1940), adaptado ao teatro por Orson Welles, de Twelve Million Black Voices (1941), comparado a Let Us Now Praise Famous Men, de James Agee e Walker Evans, e da autobiografia Black Boy (1945). Em 1946, em fuga de uma sociedade abertamente racista que lhe negava a liberdade de ser e de escrever, exilou-se com a família em Paris.

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