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Nana - Émile Zola eBook

de Émile Zola
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, fevereiro de 2025 ‧
1,90€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Nana es una profunda exploración de la sociedad francesa del siglo XIX, donde Émile Zola examina la intersección entre la ambición personal, la hipocresía social y la decadencia moral. A través de la historia de Nana, una actriz y cortesana cuya belleza y magnetismo la convierten en un símbolo del deseo y la corrupción, la novela expone las contradicciones de una sociedad obsesionada con el placer pero condenada por sus propias normas. Zola utiliza su característico realismo para retratar con crudeza las desigualdades de clase y la fragilidad de los valores burgueses. Desde su publicación, Nana ha sido aclamada por su vívida representación de los excesos de la alta sociedad y su implacable crítica al doble estándar moral. Su exploración de temas como el poder destructivo del deseo, la ambición y la inevitabilidad de la caída ha consolidado su lugar como una de las novelas más influyentes del naturalismo. Los personajes complejos y el detallado retrato de una época siguen resonando con los lectores, ofreciendo una visión penetrante de la condición humana. La relevancia perdurable de la novela radica en su capacidad para reflejar las tensiones entre el hedonismo y la decadencia, así como las consecuencias de una sociedad regida por la apariencia y la superficialidad. A través del ascenso y la caída de su protagonista, Nana invita a reflexionar sobre los límites del poder y la efímera naturaleza del éxito basado en la ilusión y el deseo.

Nana - Émile Zola

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9788583865797
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2025
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 300
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788583865797
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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