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Nana - Émile Zola eBook

de Émile Zola
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, fevereiro de 2025 ‧
1,49€
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Ebook para wook reader
Nana is a profound exploration of 19th-century French society, where Émile Zola examines the intersection of personal ambition, social hypocrisy, and moral decay. Through the story of Nana, an actress and courtesan whose beauty and magnetism make her a symbol of desire and corruption, the novel exposes the contradictions of a society obsessed with pleasure yet constrained by its own moral standards. Zola employs his signature realism to vividly depict class inequalities and the fragility of bourgeois values. Since its publication, Nana has been acclaimed for its striking portrayal of high society's excesses and its relentless critique of moral double standards. Its exploration of themes such as the destructive power of desire, ambition, and the inevitability of downfall has cemented its place as one of the most influential novels of naturalism. The novel's complex characters and its detailed depiction of an era continue to resonate with readers, offering a penetrating insight into human nature. The novel's enduring relevance lies in its ability to reflect the tensions between hedonism and decadence, as well as the consequences of a society driven by appearances and superficiality. Through the rise and fall of its protagonist, Nana invites reflection on the limits of power and the fleeting nature of success built on illusion and desire.    

Nana - Émile Zola

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9788583865780
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2025
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 300
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788583865780
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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