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Mort A Pèrsia eBook

de Annemarie Schwarzenbach
Livro eBook
idioma: catalão
Editor: Angle Editorial, fevereiro de 2025 ‧
8,49€
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Ebook para wook reader
UNA EXPLORACIÓ DELS CONFINS GEOGRÀFICS I UN VIATGE EMOCIONAL CAP A LES PROFUNDITATS. Historiadora, fotògrafa i periodista, viatgera incansable, Annemarie Schwarzenbach va recórrer Pèrsia una vegada i una altra, atreta pel seu passat mític, per l'hospitalitat, pels jardins paradisíacs, pels paisatges erms i solitaris. Aquest «diari impersonal», com ella mateixa el va definir, és una barreja insòlita d'autobiografia, crònica de viatges i ficció. Al llarg de les pàgines, la veu esquinçada de la narradora destil·la impressions sobre la societat iraniana, la bellesa natural dels paisatges i la desolació pel seu amor impossible amb una jove malaltissa, filla de l'ambaixador turc. La complexa personalitat de Schwarzenbach batega en cada escena, revelant la seva mirada inquieta sobre el món i sobre ella mateixa. Escrit el 1936, quan Schwarzenbach volia allunyar-se del feixisme creixent a Europa i lluitava per sortir de les seves addiccions, _Mort a Pèrsia_ és alhora una exploració dels confins geogràfics i un viatge emocional cap a les profunditats de la identitat humana. TRADUCCIÓ I EPÍLEG DE LAURA OBRADORS NOGUERA

Mort A Pèrsia

de Annemarie Schwarzenbach

Propriedade Descrição
ISBN: 9788410112773
Editor: Angle Editorial
Data de Lançamento: fevereiro de 2025
Idioma: Catalão
Páginas: 215
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788410112773
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Annemarie Schwarzenbach

Annemarie Schwarzenbach nasceu em Zurique, em 1908, numa família próspera e aristocrática. Cresceu numa propriedade rural, regularmente visitada pela elite cultural da época. Estudou História na Sorbonne. Viveu em Berlim, cidade das artes de vanguarda, e foi aqui que se envolveu com o mundo artístico da literatura, do cinema e da música. Foi também em Berlim que encontrou espaço para exprimir a sua identidade homossexual.
Ativamente empenhada contra o nazismo, concebeu uma revista anti-fascista, dirigida por Klaus Mann, para a qual contribuíram alguns dos mais brilhantes pensadores e escritores da época: Hemingway, Einstein, Brecht, Cocteau.
Foi depois deste período que Schwarzenbach se lançou às grandes viagens de muitos meses, nomeadamente ao Médio Oriente, em expedições arqueológicas: Turquia, Damasco, Jerusalém, Bagdade, Teerão. Em 1935, após uma desintoxicação de morfina e de uma tentativa de suicídio, casou-se com um diplomata francês. Entre 1936 e 1937 viajou pelos Estados Unidos, país ainda imerso na Grande Depressão, onde fez várias reportagens fotográficas. Travou conhecimento com Carson McCullers, que viria a dedicar-lhe um romance. Voltaria de novo ao Oriente: Afeganistão, Índia. Passou por Lisboa, onde conheceu António Ferro.
Ao longo de todos estes anos publicou diversos livros e artigos, sempre na iminência de escrever a sua grande obra. Fez uma última grande viagem ao Congo belga, antes de morrer tragicamente, com 34 anos, em consequência de uma queda de bicicleta.

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