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Man Who Lived Underground eBook

The ‘Gripping’ New York Times Bestseller

de Richard Wright
Livro eBook
idioma: inglês
Editor: Random House, junho de 2021 ‧
8,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para ADE

***AS HEARD ON BBC RADIO 4''s OPEN BOOK***

The ''propulsive, haunting'' and ''gripping'' (Oprah) rediscovered classic that exposes the dark heart of America for an inncocent Black man on the run from the police


Fred Daniels, a black man, is randomly picked up by the police after a brutal murder in a Chicago suburb. Taken to the local precinct, he is tortured -- until he confesses to a crime he didn''t commit.

But when he sees his chance, Fred Daniels, makes a run for it. With the world now against him, there is only one place left to hide: Underground. Taking residence in the sewers below the streets of Chicago, Fred''s new vantage point takes him on a journey through America''s unjust, and inhumane underbelly.

PRAISE FOR THE MAN WHO LIVED UNDERGROUND

''Propulsive, haunting...gripping'' Oprah Daily
''A tale for today'' New York Times
''Absolutely not to be missed'' BookRiot
''A masterpiece'' Time
''Wright''s most brilliantly crafted, and ominously foretelling, book
.'' Kiese Laymon

The Man Who Lived Underground was a New York Times Bestseller on 24/04/2022

Man Who Lived Underground

The ‘Gripping’ New York Times Bestseller

de Richard Wright

Propriedade Descrição
ISBN: 9781473598935
Editor: Random House
Data de Lançamento: junho de 2021
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Guias Turísticos e Mapas > América do Norte
EAN: 9781473598935
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Richard Wright

Tido por um dos autores afro-americanos mais importantes do século XX, Richard Wright (1908-1960) foi uma figura tutelar para James Baldwin e influenciou escritores como Ralph Ellison e Amiri Baraka. No seu percurso de vida – da infância no Mississípi e nos bairros pobres de Chicago à consagração como intelectual e uma das vozes mais ativas na condenação do racismo nos EUA –, a liberdade e a escrita andaram sempre de mãos dadas. Na sua obra, a representação de figuras violentas aprisionadas pelo sistema racial aliava-se ao desejo de dar voz à raiva contida dos negros, denunciando a sua desumanização. Celebrizou-se com a publicação do romance Native Son (1940), adaptado ao teatro por Orson Welles, de Twelve Million Black Voices (1941), comparado a Let Us Now Praise Famous Men, de James Agee e Walker Evans, e da autobiografia Black Boy (1945). Em 1946, em fuga de uma sociedade abertamente racista que lhe negava a liberdade de ser e de escrever, exilou-se com a família em Paris.

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