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Madame Bovary Part Ii eBook

de Gustave Flaubert
idioma: francês
Editor: Double 9 Books, agosto de 2024 ‧
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Ebook para ADE
Madame Bovary Part II delves into the disconnect between idealized dreams and the stark reality of life. The protagonist, yearning for excitement and fulfillment, escapes into romantic fantasies, believing that love and adventure will bring meaning to her life. This search for passion and escape from the mundane leads to poor decisions, superficial relationships, and eventual self-destruction. The narrative explores how seeking happiness through external pleasures—whether through affairs or material desires—leads to emptiness and disappointment. It highlights the consequences of avoiding personal growth and self-reflection, as well as the dangers of living in pursuit of illusionary ideals. Flaubert portrays the limitations of relying on external validation and romanticized notions to find meaning, emphasizing the need for inner understanding and awareness. Ultimately, the story reflects on the tension between the fantasies we create and the harsh realities we must face, with tragic consequences for those who cannot reconcile the two. Through this lens, the novel critiques societal expectations and the pursuit of superficial fulfillment at the expense of deeper, more meaningful connections with oneself and others.

Madame Bovary Part Ii

de Gustave Flaubert

Propriedade Descrição
ISBN: 9789369422173
Editor: Double 9 Books
Data de Lançamento: agosto de 2024
Idioma: Francês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
eBooks em Francês > Arte > Estilos e Influências
eBooks em Francês > Arte > História da Arte
eBooks em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9789369422173
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Gustave Flaubert

Romancista francês, Gustave Flaubert nasceu a 12 de dezembro de 1821, em Rouen, França, e morreu a 8 de maio de 1880, em Croisset. Filho de um cirurgião que trabalhava no Hospital de Rouen, fez os estudos secundários na sua terra natal e matriculou-se em Direito na Sorbonne. Em 1844, os primeiros sintomas de doença nervosa que o haviam de afligir toda a vida levaram-no a abandonar o curso. O pai procurou contrariar as suas tendências literárias, mas depois da morte deste, em 1846, Flaubert regressa a Rouen e instala-se em Croisset, nos arredores da cidade. Herda do pai uma razoável fortuna que lhe possibilita entregar-se livremente à arte. É aqui que passa o resto da vida, salvo raras estadias em Paris e algumas viagens por França, Itália e Norte de África.
A sua incursão na literatura começou na escola e data de 1837, ao redigir num jornal de estudantes, Art et Progrès, e depois a revista Le Colibri. Formou uma estreita amizade com o jovem filósofo Alfred Le Poittevin, que o iria influenciar bastante com o seu pessimismo. De Novembro de 1849 a Abril de 1851, visitou com o amigo escritor Maxime du Camp a Grécia, a Itália, a Síria, a Turquia, o Egipto e a Palestina. Destas viagens surge o livro A bord de la Cange. Quando já tinha adiantada a redacção de La Tentation de Saint Antoine, interrompeu-a para escrever o seu grande romance Madame Bovary, que em 1857 foi publicado em folhetins na Revue de Paris. Esta obra, que lhe custou cinco anos de trabalho, iria também levá-lo à barra do tribunal, em 1858, por atentado contra os bons costumes. Apesar do escândalo, a crítica consagra a obra pela novidade, perfeição e equilíbrio, e as tendências realistas. Em 1862, quatro anos depois da sua viagem a Cartago, Flaubert escreve Salammbô, revelando grandes faculdades criadoras. Em 1869 foi publicada l'Éducation Sentimentale, obra de análise psicológica que não foi bem apreciada e deixou o escritor muito desiludido. Só em 1874 é que publicaria la Tentation de saint Antoine, que foi proibida. Nesta obra trabalhou Flaubert aproximadamente trinta anos. Em 1877 publica um volume de contos, Trois Contes.
Com a morte de Gustave Flaubert foram publicados, Bouvard et Pécuchet (1881), obra inacabada, Par les champs et par les grèves (1885) e quatro volumes da Correspondance (1887-93). Além destes livros há ainda que mencionar um Dictionnaire des Idées Reçues, inacabado, e, a sua copiosíssima correspondência reunida após sucessivas edições em treze volumes (1933-59), que contém indicações preciosas sobre a sua teoria do romance. Embora Flaubert não caia no cientismo naturalista de Zola, para ele todos os factos são importantes. Observa, analisa e extrai dos materiais recolhidos uma síntese dos aspetos da vida que pretende tratar, mesmo quando para se evadir da realidade presente os situa no passado, como é o caso da obra Salammbô.
A obra de Flaubert representa o expoente máximo do romance realista em França e terá influenciado o escritor português Eça de Queirós.

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