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Macunaíma eBook

de Mário de Andrade
Editor: Nova Fronteira, maio de 2022 ‧
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Macunaíma, o herói sem nenhum caráter se destaca pela prosa experimental do modernismo brasileiro e também pela rapsódia que constrói um Brasil desregionalizado, um local em que se desenvolvem as peripécias do "herói da nossa gente". Considerado um dos livros mais emblemáticos da literatura brasileira do século XX, tornou-se leitura fundamental.

Macunaíma

de Mário de Andrade

Propriedade Descrição
ISBN: 9786556405018
Editor: Nova Fronteira
Data de Lançamento: maio de 2022
Páginas: 160
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786556405018
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Mário de Andrade

Mário de Andrade nasceu em São Paulo, a 9 de outubro de 1893.

Formou-se em piano pelo Conservatório de Música de São Paulo, onde viria a lecionar por quase duas décadas. No mesmo ano, 1917, publicou o primeiro livro de poesia, Há uma gota de sangue em cada poema, sob o pseudónimo de Mário Sobral. Iniciou também uma colaboração constante em jornais e revistas, publicando poemas e críticas de literatura, artes plásticas, música e cinema.

Foi ainda por esta altura que tomou contacto com o Modernismo, vindo a ser o fundador e um dos principais autores do Movimento Modernista brasileiro, que procurava romper com os formalismos estéticos e encontrar uma linguagem nacional, própria, promovendo a integração do homem brasileiro com a sua terra. Em 1922, Mário de Andrade publicou Pauliceia Desvairada, o primeiro livro de poesia do Modernismo brasileiro.

Homem de variados interesses, Mário de Andrade foi também um importante investigador do folclore brasileiro, realizando, ao longo da vida, diversas «viagens etnográficas», com o objetivo de estudar a cultura de cada região, que depois incorporava nas suas obras.

Mário de Andrade exerceu diversos cargos públicos ligados à cultura e criou, em 1939, a Sociedade de Etnologia e Folclore de São Paulo, que veio a presidir.
Manteve uma volumosa e ininterrupta correspondência com autores como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Fernando Sabino, e outros.

Mário de Andrade morreu na sua casa em São Paulo, a 25 de fevereiro de 1945, vítima de enfarte do miocárdio.
Por ter mantido uma posição crítica do Estado Novo de Getúlio Vargas, a morte do poeta foi oficialmente ignorada.

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