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La Lleona Blanca eBook

de Henning Mankell
idioma: catalão
Editor: Tusquets Editores S.A., junho de 2016 ‧
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eBook com proteção wookreader
Una tarda de primavera de 1992, la jove agent immobiliària Louise Akerblom és assassinada a sang freda en una solitària granja d?Escània, Suècia. Mentrestant, en la llunyana Sud-àfrica, Jan Kleyn, cap visible d?una organització d?extrema dreta, lidera un atemptat contra un important dirigent del país per tal d?evitar que guanyi la nova política antiapartheid. Per això, Kleyn contractarà els serveis d?un assassí a sou que valorà fins a Ystad, on l?esperarà un antic agent del KGB per entrenar-lo. Tots aquests esdeveniments se succeiran sota la jurisdicció de l?inspector Kurt Wallander, que haurà d?intentar fer encaixar les peces d?aquest estrany trencaclosques format per un assassinat sense mòbil, un dit negre escapçat, una banda de delinqüents russos d?Estocolm i una granja que algú fa volar pels aires. Tot plegat, massa complex per a un Wallander cansat i amb massa problemes personals, que al final aconseguirà que recaigui sobre ell un ordre de recerca i captura.

La Lleona Blanca

de Henning Mankell

Propriedade Descrição
ISBN: 9788490663059
Editor: Tusquets Editores S.A.
Data de Lançamento: junho de 2016
Idioma: Catalão
Páginas: 488
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788490663059
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Henning Mankell

Henning Mankell nasceu em Estocolmo, no ano de 1948, e faleceu em 2015 em Gotemburgo. Durante muito tempo foi dramaturgo e diretor de teatro, nomeadamente do Teatro Avenida em Maputo, Moçambique. Desde 1990 que consagrou a sua obra literária aos policiais encabeçados por Kurt Wallander. Com esta personagem procurou recriar um policia "à moda antiga" que tenta, a todo o custo, lutar contra uma Suécia moderna em que imperam ideias racistas e de extrema violência. Através de uma mistura única entre o Noir americano e a melancolia existencial comum aos europeus, Mankell descreve um mundo onde o crime é solucionado através de inspiração pura ou por simples trabalho enfadonho, e onde o espectro da nossa própria mortalidade é uma condição intrínseca e incontornável para cada um de nós.

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