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Justiça Agrária eBook

de Thomas Paine
idioma: português do brasil
Editor: Paco e Littera, maio de 2019 ‧
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Ebook para wook reader
O panfleto Justiça Agrária foi escrito por Thomas Paine (1737-1809) no inverno de 1795-1796. O texto foi redigido durante a Revolução Francesa, enquanto o autor, recém-saído das prisões jacobinas, residia na casa do ministro e futuro presidente dos Estados Unidos, James Monroe (1758-1831). Justiça Agrária representa o maior grau de radicalidade da reflexão de Paine sobre a pobreza, e expõe uma ousada proposta de diminuição das desigualdades sociais e da pobreza, que foi apresentada ao Diretório da Revolução Francesa. Paina buscava distanciar-se tanto das propostas de caridade do liberal conservador Edmund Burke e do liberalismo irredutível dos girondinos quanto das ideias de Reforma Agrária e de propriedade comunal de Graco Babeuf. Nesse sentido, a principal contribuição de Agrarian Justice para o pensamento social é ser ela uma fonte de inspiração e reflexão para o tema da "Renda Básica", hoje amplamente discutido por economistas e cientistas sociais. Por isso, muitos autores enxergam em Justiça Agrária uma das fontes do que hoje é o pensamento socialdemocrata ou o liberalismo social.

Justiça Agrária

de Thomas Paine

Propriedade Descrição
ISBN: 9788546215386
Editor: Paco e Littera
Data de Lançamento: maio de 2019
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 76
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > História > História em Geral
EAN: 9788546215386
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Thomas Paine

Thomas Paine (1737-1809) foi um ativista político, revolucionário, filósofo e pensador político americano nascido em Inglaterra. Tendo tido uma educação escolar numa época em que tal não era obrigatório, nem sequer comum, Thomas Paine desempenhou diversos cargos públicos e privados antes de, em 1774, ter sido convidado por Benjamin Franklin para emigrar para as colónias americanas. Tendo lá chegado, envolveu-se imediatamente na causa revolucionária então emergente. Escreveu vários panfletos, dos quais Senso Comum é o mais famoso e influente, tendo sido o maior êxito de vendas das colónias e lido (ou ouvido) por todos os revolucionários. Tudo indica que participou na elaboração da Declaração de Independência, embora não existam provas concretas de que assim tenha sido. Garantidamente teve a sua influência como secretário no Gabinete de Relações Exteriores, procurando apoios políticos e financeiros para a causa revolucionária. Durante um certo período, viveu entre Paris e Londres, envolvendo-se na causa revolucionária francesa. Escreve então outra obra fundamental, The Rights of Man (1791), na qual defende os direitos do ser humano numa perspetiva extranacional. Depois de regressar aos Estados Unidos da América, mantém-se envolvido em polémicas e discussões políticas, mas vai perdendo os seus apoiantes mais diretos. No obituário publicado aquando da sua morte, em 1809, escreveu-se, entre outras coisas, «teve uma vida longa, fez algum bem e muito mal». A passagem do tempo devolveu-lhe o seu lugar de relevo na história, em particular na história das ideias políticas.

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