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Júlia Do Rio eBook

Crônicas Da Belle Époque Carioca

de Júlia Lopes de Almeida
idioma: português do brasil
Editor: Bazar do Tempo, outubro de 2024 ‧
10,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Entre o fim do século XIX e início do século XX, em um momento em que a crônica se fortalecia como gênero literário, Júlia Lopes de Almeida se firmou como uma de suas principais representantes. Estreando sua carreira em 1881, no jornal Gazeta de Campinas, Júlia teve uma longa trajetória como cronista e uma importante produção literária. Júlia do Rio: crônicas da Belle Époque carioca reúne quarenta e seis textos publicados no jornal O Paiz, no período de 1908 a 1912, quando a cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, passava por grandes transformações. Por meio de seu olhar perspicaz, acompanhamos as reformas na cidade, o início dos carros e a poluição provocada por eles, os problemas cotidianos, como a falta de abastecimento de água e iluminação, além de seus pontos de vista sobre a cena política e artística da época. Uma obra capaz de revelar a fascinante faceta cronista e flâneuse de uma das mais importantes autoras brasileiras. ORGANIZAÇÃO E APRESENTAÇÃO Anna Faedrich

Júlia Do Rio

Crônicas Da Belle Époque Carioca

de Júlia Lopes de Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 9786585984171
Editor: Bazar do Tempo
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 400
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
EAN: 9786585984171
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Júlia Lopes de Almeida

Júlia Lopes de Almeida nasceu no Rio de Janeiro, a 24 de setembro de 1862, numa família de abastados imigrantes portugueses. Importante escritora, ativista pelo abolicionismo e cronista brasileira, teve uma educação liberal e esmerada. Em 1886, mudou-se para Lisboa e, no ano seguinte, já casada com o poeta português e diretor da revista A Semana Ilustrada Filinto Elísio, publicou o seu primeiro livro de contos, Traços e Iluminuras. Colaborou intensamente com diversas publicações periódicas sobre temas políticos e sociais, como a abolição da escravatura e os direitos civis, e, depois do seu regresso ao Brasil, para São Paulo, em 1889, publicou o seu primeiro romance, Memórias de Marta. Ao longo dos seguintes, Júlia Lopes de Almeida publicará alguns dos seus mais conhecidos romances, entre eles, A Falência. Nos primeiros anos do início do século, o casal mudou-se para uma casa no Rio de Janeiro, conhecida como Salão Verde, um espaço frequentado por intelectuais cujas conhecidas tertúlias eram organizadas e dirigidas por Júlia. Apesar de ter sido uma das impulsionadoras da criação da Academia de Letras Brasileira, viu, por ser mulher, o seu nome preterido da lista de membros--fundadores, em favor do marido. Em 1925, a família cruza novamente o Atlântico para se fixar em Paris. De regresso ao Brasil, Maria Júlia Lopes de Almeida, um dos nomes mais importantes do modernismo brasileiro, morre na sua cidade-natal, vítima de malária, a 30 de maio de 1934.

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