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Iracema eBook

de José de Alencar
idioma: português do brasil
Editor: Folha de S.Paulo, setembro de 2024 ‧
3,49€
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Ebook para wook reader
Espécie de mito fundador não só do Ceará mas do povo brasileiro como um todo, Iracema é o segundo romance da chamada trilogia indianista de José de Alencar. Publicado em 1865 e situado no começo do século 17, o livro trata do encontro de dois mundos: o Velho e o Novo; a civilização e a natureza; uma indígena tabajara, a "virgem dos olhos de mel" do título, e Martim, um português. Esta fábula da miscigenação não deixa de ser um poema épico: a história de amor proibido entre a jovem sacerdotisa de Tupã e o jovem súdito de Filipe III é desfiada com especial atenção ao ritmo das frases, às metáforas e aliterações. O espírito de Iracema é, a exemplo dos amantes, típico da primeira fase do romantismo: ufanista, colorido, sentimental. Esta obra-prima da literatura brasileira é essencial para entendermos o Brasil de ontem e de hoje.

Iracema

de José de Alencar

Propriedade Descrição
ISBN: 9786585641920
Editor: Folha de S.Paulo
Data de Lançamento: setembro de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 128
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786585641920

SOBRE O AUTOR

José de Alencar

José Martiniano de Alencar nasceu a 1 de maio de 1829 em Messejana, no Ceará, Brasil. Escritor, advogado, deputado, político, novelista e dramaturgo, foi também o fundador do romance de temática nacional e Ministro da Justiça durante o reinado de D. Pedro II.
Membro da Academia Brasileira de Letras, o seu percurso inclui obras como A Viuvinha, O Guarani, As Minas de Prata, entre muitas outras. Considerado o precursor do romantismo no Brasil, era um escritor de vários estilos. Contudo, é com a trilogia indianista (O Guarani, Iracema e Ubirajara) que alcança a notoriedade.
Após abandonar a carreira política e magoado com o imperador D. Pedro II, é vítima de tuberculose e viaja para a Europa com o intuito de encontrar tratamento, porém, sem sucesso. Faleceu no Rio de Janeiro a 12 de dezembro de 1877, com 48 anos.

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