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Germinal eBook

Émile Zola

de Émile Zola
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, setembro de 2024 ‧
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Ebook para wook reader
  Germinal de Émile Zola é uma obra crítica que explora as lutas sociais e econômicas durante a Revolução Industrial na França. Publicado em 1885, o romance faz parte da série "Les Rougon-Macquart" e foca nos brutais confrontos entre os trabalhadores das minas e os donos das minas, em um momento de crescente conflito entre as classes. Desde sua publicação, Germinal tem sido reconhecido como uma das obras mais importantes do naturalismo literário, e sua representação da luta de classes inspirou várias adaptações para teatro, cinema e televisão. O romance também reflete as tensões que ainda persistem nas sociedades contemporâneas, destacando a relevância das lutas pelos direitos trabalhistas e pela justiça social. Com sua crítica social afiada, Germinal continua sendo uma obra de grande impacto, não apenas por sua representação vívida da vida dos trabalhadores e da exploração industrial, mas também por sua capacidade de levantar questões sobre justiça, solidariedade e dignidade humana, temas que continuam ressoando no mundo moderno.    

Germinal

Émile Zola

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558945130
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: setembro de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 300
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786558945130
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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