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Essays By Montaigne eBook

The Philosophy Classic

de Michel de Montaigne
Livro eBook
idioma: inglês
Editor: WILEY, março de 2022 ‧
18,54€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para ADE

An essential companion to the most relevant works of Michel de Montaigne

Essays: The Philosophy Classic delivers a carefully curated collection of thought-provoking works by sixteenth-century thinker Michel De Montaigne. Exploring topics as diverse as politics, poetry, love, friendship and the purpose of philosophy, this latest entry in the celebrated Capstone Classics series is accessible and intuitively organized.

Follow the thoughts of the person who created the essay genre in literature as he expresses his philosophy, interests, and learning. Throughout, you’ll be guided by an expansive introduction by leading Montaigne scholar Philippe Desan and the comments of series editor Tom Butler-Bowdon, placing the work of Montaigne in its historical and philosophical context.

You’ll also find:

  • Celebrated and famous works by Montaigne, including noted classics like "That to Study Philosophy is to Learn to Die"
  • Lesser-known works that have taken on increased importance in the unique context of the 21st-century
  • A version of the popular Charles Cotton translation first published in 1685: a simple, faithful, and clear adaptation of the French original

An invaluable resource for anyone interested in the insightful and illuminating work of one of the most enduring thinkers of the 16th-century, Essays: The Philosophy Classic is an essential addition to the libraries of philosophers, historians, and laypeople seeking an eye-opening and fascinating exploration of life itself.

Essays By Montaigne

The Philosophy Classic

de Michel de Montaigne

Propriedade Descrição
ISBN: 9780857089342
Editor: WILEY
Data de Lançamento: março de 2022
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > História > História em Geral
EAN: 9780857089342
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Michel de Montaigne

Michel de Montaigne (1533-1592) é um dos mais importantes filósofos do Renascimento e um dos escritores mais influentes da literatura ocidental. Nasceu numa família burguesa que em menos de duas gerações ascendera à nobreza. Pensa-se que a família de seu pai tivesse uma origem marrana (nome dado aos judeus espanhóis ou portugueses). A educação do jovem Michel baseou-se num plano traçado pelo pai depois de consultar vários amigos humanistas. Das muitas excentricidades desse processo educativo note-se, por exemplo, que os primeiros três anos da sua vida foram vividos numa cabana isolada no seio de uma família camponesa, pois o pai entendia que era vital que o filho absorvesse desde a mais tenra idade as dificuldades e a forma de vida dos camponeses que a sua família tinha por obrigação proteger. Um segundo objetivo era tornar o latim a língua primária do jovem, pelo que a partir dos 4 anos, e de regresso à casa paterna, teve um tutor alemão que não falava francês, apenas latim; e todos os criados que contactavam com o jovem tinham de saber latim. Dessa forma, toda a família falava em latim. Através de um método de aprendizagem inovador que, além dos livros envolvia jogos, conversação, meditação e atividades diversas, aprendeu grego clássico. Esta base educativa baseada em regras que privilegiavam o desenvolvimento da curiosidade e da absorção de conhecimentos pelo jovem fez com que, já adulto, admitisse que a sua educação o tivesse feito apreciar a noção de dever e do dever cumprido sem que tal acarretasse uma carga negativa ou algum tipo de peso. A partir dos 7 anos estudou num prestigiado colégio em Bordéus e formou-se em Leis, embora não se saiba ao certo qual a sua alma mater. A sua ascensão foi meteórica: de consultor jurídico a conselheiro do parlamento a membro da Corte de Carlos IX, acabando por atingir a mais prestigiada distinção conferida a um nobre francês: a Ordem de São Miguel. Ainda em Bordéus, tinha-se tornado amigo do poeta Étienne de La Boétie e aquando da morte deste, em 1563, sugerem alguns especialistas, terá nascido a vontade de Montaigne comunicar num livro que substituísse o amigo morto e aí, talvez, a génese dos seus Ensaios. Após a morte do pai, tendo herdado o título familiar, dedicou-se a traduções e à edição das obras do falecido amigo La Boétie. Em 1571, retira-se da vida pública, cortando contactos sociais e familiares para viver em quase total isolamento na torre do seu castelo, numa sala revestida com mais de 1500 livros. Nessa altura, inicia a escrita da sua obra-prima. Mesmo a partir do seu isolamento, e através de cartas escritas aos vários envolvidos, tentou uma influência pacificadora durante as ditas Guerras Religiosas que assolaram o final do século XVI. Ao fim de 10 anos de isolamento, e tendo começado a sofrer de crises de pedra nos rins, decidiu, ainda assim, viajar pela Europa, publicado que estava o primeiro volume dos seus ensaios. Para além do fim em si da viagem, Montaigne procurava uma cura para o seu problema, tendo passado por diversas termas. Concluiu também o projeto de uma peregrinação a Itália. Durante a sua ausência foi eleito Maire de Bordéus como, antes dele, o pai o havia sido. Regressou a França para ocupar o cargo e esteve ativamente envolvido na política local e nacional de um período muito conturbado, ao mesmo tempo que continuava a escrever, editar e publicar os outros volumes dos seus ensaios (o último dos quais publicado postumamente). Morreu em 1592, supostamente de um cancro na garganta, morte ingrata para alguém que considerava a arte da conversação como a mais importante. Os seus Ensaios, rapidamente se tornaram um dos livros mais traduzidos da sua época e tiveram clara e admitida influência em autores tão diversos como Francis Bacon, René Descartes, Blaise Pascal, Montesquieu, Edmund Burke, Joseph De Maistre, Voltaire, Jean-Jacques Rousseau, David Hume, Edward Gibbon, Virginia Woolf, Albert Hirschman, William Hazlitt, Ralph Waldo Emerson, Jean Meslier, John Henry Newman, Karl Marx, Sigmund Freud, Alexander Pushkin, Charles Darwin, Friedrich Nietzsche, Stefan Zweig, Eric Hoffer, Isaac Asimov, Fulton Sheen, Albert Camus, e na segunda fase das obras de William Shakespeare, para apenas referir alguns.

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