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Cuando Canta El Búho eBook

de Janet Frame
idioma: espanhol
Editor: Trotalibros Editorial, maio de 2024 ‧
6,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para ADE
De la autora de Rostros en el agua. «La oscuridad es una respuesta aterradora». La voz de Daphne Whiters resuena en la habitación oscura de un manicomio. Sus palabras van componiendo la historia de su familia y de la tragedia alrededor de la que orbitan ella y sus hermanos: Francie, que se rebeló contra las normas de papá; Toby, cuyos ataques epilépticos lo condenan a la soledad, y Teresa, que se agarra a la respetabilidad social para tapar las heridas del pasado. Janet Frame escribió su primera novela, Cuando canta el búho, publicada en 1957, al ser dada de alta del último manicomio donde estuvo encerrada, después de más de doscientas terapias de electroshock y de salvarse en el último momento de una lobotomía cerebral. Esta historia, con la sutileza desgarradora de los mejores relatos de Katherine Mansfield, explora las formas en las que aflora el dolor en los diferentes miembros de una familia. «Qué mujer tan extraordinaria: por haber superado los obstáculos que superó y haber sabido darles tan buen uso en su obra, y de forma tan original». DORIS LESSING «La mejor escritora de Nueva Zelanda». ELEANOR CATTON «Frame es y será divina». ALICE SEBOLD

Cuando Canta El Búho

de Janet Frame

Propriedade Descrição
ISBN: 9789992076705
Editor: Trotalibros Editorial
Data de Lançamento: maio de 2024
Idioma: Espanhol
Páginas: 320
Tipo de produto: eBook
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9789992076705

SOBRE O AUTOR

Janet Frame

Janet Frame (1924-2004), eternizada na autobiografia e no aclamado filme Um Anjo à Minha Mesa, de Jane Campion, é uma das maiores escritoras neozelandesas do século XX. Romancista, poeta e contista premiada, converteu um passado de pobreza e doença mental em literatura que faz «florescer mundos na mente dos leitores», segundo a crítica. Em 1952, o seu primeiro prémio literário salvou-a de uma lobotomia no hospício de Seacliff, experiência narrada no livro Faces in the Water (1961). A liberdade levou-a a Espanha e a Inglaterra, onde fez da escrita a sua razão de ser, e a um reconhecimento literário e escrutínio público a que, tímida e solitária, sempre fora avessa. Resistente às convenções do tempo, questionou na sua obra as fronteiras entre sanidade e loucura, a violência institucional e o estigma que paira sobre os ostracizados.

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