Construtores de Mundos eBook
A Tecnologia e a Nova Geopolítica
SINOPSE
As grandes potências procuram construir um mundo habitado por outros Estados, conservando ao mesmo tempo a capacidade para mudar as regras ou o estado do mundo sempre que seja necessário. Num momento em que os antigos conceitos já não funcionam, este livro visa introduzir uma teoria radicalmente nova acerca da política mundial e da tecnologia.
Entendidos como uma «construção do mundo», os acontecimentos mais importantes dos nossos conturbados tempos surgem subitamente ligados e é revelada a sua lógica interna: as guerras tecnológicas entre a China e os Estados Unidos, a pandemia, a guerra na Ucrânia e a transição energética.
Em conclusão, Maçães considera o futuro mais distante, em que o metaverso e a inteligência artificial se transformam no mundo - um mundo que as grandes potências têm de se esforçar por construir e controlar.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896449162 |
| Editor: | Temas e Debates |
| Data de Lançamento: | agosto de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Páginas: | 352 |
| Tipo de produto: | eBook |
| Formato e Compatibilidade: | |
| Classificação Temática: |
eBooks em Português
>
Política
>
Política em Geral
|
| EAN: | 9789896449162 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
| Acessibilidade: | Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor |
OPINIÃO DOS LEITORES
Construtores de Mundos de Bruno Maçães
Alberto Sampaio
Um livro interessante para quem procura perceber melhor os processos de globalização no primeiro quartel do século XXI. A tese central de Bruno Maçães é que a globalização é, acima de tudo, uma construção intelectual, moldada por narrativas, filosofias e ambições que transcendem fronteiras. Boa parte do livro centra-se, justamente, na discussão das raízes intelectuais da globalização e de alguns dos grandes desafios que se colocam hoje. O autor argumenta que a globalização não é um projeto acabado, mas um campo de batalha de ideias. A sua análise ajuda a entender porque é que certos países (como a China ou a Índia) rejeitam a narrativa ocidental da globalização e propõem alternativas baseadas nas suas próprias tradições. Contudo, Maçães tende a ver a globalização como um processo inevitável e que é, em larga medida, positivo, sem aprofundar suficientemente os seus efeitos negativos. Ainda assim recomendo o livro, que apesar de alguma densidade teórica, tem uma escrita escorreita, facilitando a sua leitura.
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