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Cómo Viven Los Mineros De Cerro De Pasco Y Otras Crónicas eBook

de José Maria Arguedas
idioma: espanhol
Editor: Fondo de Cultura Económica, setembro de 2024 ‧
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Ebook para ADE
Los textos aquí reunidos se publicaron entre 1936 y 1941. El primero y más extenso, que da nombre al conjunto, apareció cuando el autor tenía 25 años: un reportaje estremecedor sobre los mineros altoandinos. Los otros cuatro, referidos al Cusco rural, comunican ya la intención que décadas más tarde, a sus 55 años, Arguedas resumiría así: "Quiero revelar el mundo humano y terreno de los Andes peruanos. Aprendí a hablar en quechua. Comprobé con asombro e ira cuán equivocados eran los conceptos que se tenían entre los grupos instruidos y poderosos de todo el país sobre el indio y también sobre el mestizo. Comprendí que la tarea de destruir esos conceptos y mostrar la verdadera faz del pueblo peruano era hermosa y difícil. Creo haber contribuido a que la verdad resplandezca, o empiece a resplandecer, infundiendo una fe, probablemente indestructible, en las posibilidades del hombre andino que creó Machu Picchu, el Cusco y Chavín".

Cómo Viven Los Mineros De Cerro De Pasco Y Otras Crónicas

de José Maria Arguedas

Propriedade Descrição
ISBN: 9786071685247
Editor: Fondo de Cultura Económica
Data de Lançamento: setembro de 2024
Idioma: Espanhol
Páginas: 48
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Contos
EAN: 9786071685247
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

José Maria Arguedas

José María Arguedas é peruano, tendo nascido em Andahuaylas, no ano de 1911. Tinha três anos quando morre a sua mãe. Acompanha então o pai, advogado e juiz, em constantes viagens pelo interior do Peru, em parte devido a fugas motivadas por perseguições políticas.
O pai casa novamente e entra na história a madrasta má. "Yo soy hechura de mi madrasta." A madrasta odeia-o e por castigo manda-o habitualmente comer e dormir com os índios na cozinha. Conclui mais tarde José María Arguedas: "Nunca poderei agradecer suficientemente à minha madrasta tal castigo, pois foi nessa cozinha que conheci os índios, onde comecei a amá-los". Os maus tratos levam José María Arguedas a refugiar-se num povoado de índios de Utec. Na verdade, até aos dez anos aprende a expressar-se apenas na língua quíchua. Em 1926 foi internado num colégio que abandona no ano seguinte. Em 1931 estuda na Universidade em Lima. Em 1932 morre-lhe o pai, tem dificuldades económicas e encontra um emprego nos Correios, estudando canto e literatura. É, mais tarde, nomeado para cargos públicos ligados à educação, ao folclore e à antropologia. Recebe vários prémios.
Morre a 2 de dezembro de 1969 em consequência de um tiro disparado sobre si mesmo. José María Arguedas é um dos maiores escritores americanos de sempre, com obra publicada mundialmente.

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