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Children Of The Levee eBook

de Lafcadio Hearn
Livro eBook
idioma: inglês
Editor: THE UNIVERSITY PRESS OF KENTUCKY, julho de 2014 ‧
29,81€
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Ebook para ADE

Cincinnati in the 1870's was the largest inland city in the nation. Much of its prosperity and growth it owed to the commerce which floated along its Ohio River boundary on the way between Pittsburgh and New Orleans. This traffic also sustained a unique African American culturesaloonkeepers, boardinghouse operators, entertainers, and women who served the steamboat hands between trips.

Into this great western metropolis came young Lafcadio Hearn, who after several tentative starts became a newspaper reporter first for theEnquirer and then for theCommercial. Drawn to the Ohio River by his interest in the unusual, Hearn found beneath the rough surface of levee life a kind of cosmopolitan tolerance which emphasized the essential humanity of the community.

Hearn's twelve sketcheshere reprinted as a unit for the first timeare perceptive and sympathetic, yet not highly subjective and romanticized. Collectively they form an important comprehensive picture of African American life in a border city just after the Civil War. Among the earliest of his writings, they also foreshadow the course Hearn's life was to take in New Orleans, the West Indies, and finally Japan.

Children Of The Levee

de Lafcadio Hearn

Propriedade Descrição
ISBN: 9780813163055
Editor: THE UNIVERSITY PRESS OF KENTUCKY
Data de Lançamento: julho de 2014
Idioma: Inglês
Páginas: 120
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade: PDF para ADE
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9780813163055

SOBRE O AUTOR

Lafcadio Hearn

Lafcadio Hearn (1850-1904) nascido em 1850, Patrick Lafcadio Hearn teve um princípio de vida difícil: após o falecimento dos pais, foi criado por uma tia, em Dublin, e, aos dezasseis anos, perdeu uma vista numa brincadeira com os colegas de escola que correu mal. Rejeitado pela família, trocou a Irlanda por Inglaterra e depois por França, antes de se instalar nos Estados Unidos da América, onde se tornou jornalista no Enquirer. Descobriu a cultura japonesa por intermédio de contactos com o embaixador do Império do Japão. Em 1874 - numa época em que os casamentos mistos eram ilegais -, Hearn contraiu matrimónio com Althea «Matthie» Foley, de origem mestiça. Quando esta união foi descoberta, despediram-no e começou a trabalhar para o jornal concorrente, o Cincinnati Commercial. Interessou-se pela cultura crioula de Nova Orleães, tendo publicado, em 1885, um dicionário de provérbios crioulos e uma coletânea de temática culinária. Em 1889, o jornal Harper’s Monthly enviou-o como correspondente para as Antilhas. Após um primeiro romance, Youma, reuniu um grande número de contos tradicionais da Martinica, que foram objeto de diversas obras. Um ano depois, aceitou um convite do seu amigo embaixador do Japão e instalou-se em Yokohama, onde encontrou emprego como jornalista na imprensa anglófona. Hearn casou com a filha de um samurai, Koizumi Stesuko , obtendo a cidadania japonesa com o nome Koizumi Yakumo em 1896. Passou, então, a interessar-se pelas histórias tradicionais japonesas de fantasmas (yokai) e começou a escrever as suas obras sobre o Japão. Viajante inveterado, viveu sucessivamente em Kobe, em Matsue e, ainda, em Tóquio, onde foi nomeado professor na Universidade de Waseda. Grande admirador de Pierre Loti, Hearn foi igualmente tradutor para inglês de Flaubert, Anatole France, Théophile Gautier, Hugo, Maupassant, Mérimée, Nerval e Zola. Morreu em 1904, vítima de doença cardíaca, em Tóquio. Foram-lhe prestadas inúmeras homenagens tanto na literatura e na banda desenhada, como no cinema e na televisão.

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