Box - Obras De Mário De Andrade eBook

de Mário de Andrade

editor: Editora Novo Século
Mário de Andrade foi poeta, escritor, crítico literário, musicólogo, folclorista, cronista, ensaísta e um dos pioneiros da poesia brasileira. Essas facetas ficam evidentes nos quatro livros reunidos aqui: "Pauliceia desvairada", "Amar, verbo intransitivo", "Macunaíma" e "Contos novos". "Pauliceia desvairada", escrito em plena efervescência da Semana de Arte Moderna de 1922, explora as conquistas do¬ modernismo brasileiro, que ajudou a reformular a literatura e as artes visuais no Brasil. "Amar, verbo intransitivo" pertence à chamada primeira fase do movimento, tendo recebido várias críticas por tratar de um assunto polêmico que era vivido pela sociedade em geral, mas não discutido claramente, com críticas sociais e comportamentais. Já "Macunaíma" é considerado um indianismo moderno, escrito sob a ótica cômica: critica o Romantismo utilizando mitos indígenas, lendas e provérbios do povo brasileiro. Por fim, "Contos novos" foi publicado postumamente, em 1947, e narra os relatos da maturidade artística de Mário de Andrade numa coletânea de textos escritos pelo autor ao longo de sua vida. Conheça as inovações, o surreal, as lendas e o essencial de Mário de Andrade, em suas diferentes verves, que se misturam e revelam os mais diversos traços de nossa formação cultural, sendo até hoje, anos depois, lido tanto pela sua qualidade como por sua irreverência e pioneirismo.

Box - Obras De Mário De Andrade

de Mário de Andrade

ISBN: 9788542816426
Editor: Editora Novo Século
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 326
Tipo de produto: eBook
Formato: ePUB i
Classificação temática: eBooks em Português > Literatura > Contos
EAN: 9788542816426
Mário de Andrade

Mário de Andrade nasceu em São Paulo, a 9 de outubro de 1893.

Formou-se em piano pelo Conservatório de Música de São Paulo, onde viria a lecionar por quase duas décadas. No mesmo ano, 1917, publicou o primeiro livro de poesia, Há uma gota de sangue em cada poema, sob o pseudónimo de Mário Sobral. Iniciou também uma colaboração constante em jornais e revistas, publicando poemas e críticas de literatura, artes plásticas, música e cinema.

Foi ainda por esta altura que tomou contacto com o Modernismo, vindo a ser o fundador e um dos principais autores do Movimento Modernista brasileiro, que procurava romper com os formalismos estéticos e encontrar uma linguagem nacional, própria, promovendo a integração do homem brasileiro com a sua terra. Em 1922, Mário de Andrade publicou Pauliceia Desvairada, o primeiro livro de poesia do Modernismo brasileiro.

Homem de variados interesses, Mário de Andrade foi também um importante investigador do folclore brasileiro, realizando, ao longo da vida, diversas «viagens etnográficas», com o objetivo de estudar a cultura de cada região, que depois incorporava nas suas obras.

Mário de Andrade exerceu diversos cargos públicos ligados à cultura e criou, em 1939, a Sociedade de Etnologia e Folclore de São Paulo, que veio a presidir.
Manteve uma volumosa e ininterrupta correspondência com autores como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Fernando Sabino, e outros.

Mário de Andrade morreu na sua casa em São Paulo, a 25 de fevereiro de 1945, vítima de enfarte do miocárdio.
Por ter mantido uma posição crítica do Estado Novo de Getúlio Vargas, a morte do poeta foi oficialmente ignorada.

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