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As Metamorfoses - Ovídio eBook

de Ovídio
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, setembro de 2020 ‧
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Ebook para wook reader
O último dos grandes poetas da era de Augusto, Ovídio, encontrou sucesso imediato com suas primeiras investidas nas elegias de amor, logo após abandonar a política. A obra-prima de Ovídio: As Metamorfoses, é um poema que retrata a transformação de pessoas em animais, rios e pedras. A narrativa concentra-se no momento das metamorfoses, não tanto nas vidas dos metamorfoseados. Escrito em latim e traduzidos por Bocage, é um poema contínuo com transições abruptas nos quinze livros até a apoteose de Júlio César e a era de Augusto. A obra As Metamorfoses apresenta mais de duzentos mitos gregos e romanos – Dentre elas há: Perseu e Andrômeda, Dédalo e Ícaro, Pitágoras Cadmo e Harmonia, Júpiter e Europa e Hércules. A obra, é considerada uma das mais importantes da cultura ocidental; a qualidade e precisão textual de Ovídio encantou grandes autores como Shakespeare e Montaigne e encanta leitores até os dias atuais.

As Metamorfoses - Ovídio

de Ovídio

Propriedade Descrição
ISBN: 9786587921754
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: setembro de 2020
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 276
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Poesia
eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786587921754
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Ovídio

Públio Ovídio Nasão nasceu em Sulmo, a atual Sulmona, a 20 de março de 43 a.C. Cedo entrou nos meios literários de Roma e se tornou próximo dos melhores poetas de então. Assim teve início o seu percurso pela poesia amorosa e erótica, que o levaria, sucessivamente, a compor as Heróides, a Arte de amar, os Remédios contra o amor, os Tratamentos para a beleza da mulher. Em meio de tão grande sucesso e quando nada o fazia prever, atingiu-o um duro golpe da fortuna, súbito e inesperado: Augusto, em 8 a. C., expulsou-o de Roma e condenou-o ao exílio, em Tomos, nos confins do Império, no atual território da Roménia. E, já em Tomos, foi compondo cartas que tinham por destinatários a esposa, os amigos, a família que em Roma ficara. Organizou-as em duas coletâneas: os Tristes, primeiro, ou, talvez, numa tradução mais fiel, Cantos de tristeza, e, mais tarde, as Cartas do Ponto. Em uma e outra abundam poemas de queixume, de tristeza, um canto doentio e monótono, de quem sente fugir-lhe a inspiração para tudo o mais que não seja a celebração da sua própria dor. A qualidade estética desses poemas tem dividido os estudiosos; seja como for, porém, a verdade é que, com essas coletâneas, Ovídio inaugurou uma nova modalidade de poesia, a que poderíamos, sem exagero, chamar "poética do exílio".

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