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As Guerrilheiras eBook

de Monique Wittig
idioma: português do brasil
Editor: Ubu Editora, fevereiro de 2020 ‧
3,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Ativamente envolvida com as revoltas de estudantes e trabalhadores em Maio de 1968, Monique Wittig foi uma das primeiras teóricas e ativistas do novo movimento feminista. O romance As guerrilheiras é um de seus trabalhos mais influentes e um dos textos feministas mais lidos do século XX. Desde que existem homens e eles pensam, cada um deles escreveu a história em sua linguagem: no masculino. "Se as palavras qualificadas são de gêneros diferentes, o adjetivo se usa no plural masculino" (Grévisse). As guerrilheiras trata do ataque à linguagem e a corpos masculinos por uma tribo de mulheres. Dentre as armas mais poderosas usadas em sua investida contra os costumes literários e linguísticos da ordem patriarcal está o riso. Neste romance publicado pela primeira vez em 1969, Wittig anima uma sociedade lésbica que convida todas as mulheres a se unir à sua luta e à sua comunidade. As guerrilheiras é um romance inovador sobre a criação e a manutenção da liberdade. Grande parte de sua energia emana do enaltecimento do corpo feminino como fonte de invenção literária. "Elas dizem: a partir de agora, recuso-me a falar essa linguagem, recuso-me a murmurar como eles as palavras de falta, falta de pênis falta de dinheiro falta de signo falta de nome".

As Guerrilheiras

de Monique Wittig

Propriedade Descrição
ISBN: 9788571260528
Editor: Ubu Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2020
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 144
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788571260528
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Monique Wittig

Monique Wittig (1935-2003), escritora, filósofa e teórica feminista, foi uma das figuras centrais dos movimentos feministas e lésbicos em França. O seu primeiro romance, L’Opoponax (1964), recebeu o Prémio Médicis, e As Guerrilheiras (1969, Antígona 2024), o seu trabalho mais influente, tornou-se um dos textos feministas mais lidos do século XX. Indissociável da sua obra literária e teórica, a militância política levou-a a envolver-se nas revoltas estudantis e operárias do Maio de 68; foi uma das fundadoras do Movimento de Libertação das Mulheres, a par de outros grupos feministas e lésbicos que se opuseram à sociedade patriarcal e à dominação sobre as mulheres. Em 1974, é uma das tradutoras das Novas Cartas Portuguesas, de Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa e Maria Teresa Horta. Mudou-se para os EUA em 1976, onde lecionou nas universidades de Nova Iorque, Berkeley e Duke e publicou os seus principais textos teóricos, mais tarde reunidos em Pensamento Straight e outros ensaios. A sua obra permanece uma referência do pensamento feminista e da teoria queer, influenciando autoras como Judith Butler e Virginie Despentes.

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