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Artes Poéticas eBook

de Lope De Vega
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: LINKGUA, agosto de 2010 ‧
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Ebook para wook reader
En esta breve antología que hemos titulado Artes poéticasáes una reflexión profunda sobre la poesía y su creación, articulada a través de una serie de cartas, poemas y discursos teóricos de Lope de Vega sobre la literatura. En ellasá explora la relación entre el poeta y la sociedad, la naturaleza de la inspiración poética y el papel del lenguaje en la configuración del arte.Entre los textos reunidos en Artes poéticasádestaca un diálogo entre Lope y otros contemporáneos, como Don Juan de Arguijo, reflejando el intercambio cultural y literario de la época. Además, Lope usa su correspondencia con Arguijo para profundizar sobre la estética y las técnicas poéticas, ofreciendo un vistazo a la teoría literaria del barroco español.La sección titulada "Papel que escribió un señor destos reinos a Lope de Vega Carpio en razón de la nueva poesía" y su "Respuesta de Lope de Vega Carpio" son particularmente reveladoras. Estos textos dialogan sobre la evolución de la poesía en su tiempo, debatiendo sobre el uso de la innovación y la tradición en la creación literaria. Lope de Vega defiende la renovación del lenguaje poético y su adaptación a los tiempos contemporáneos, argumentando que la poesía debe evolucionar junto con la sociedad para mantener su relevancia y poder emocional.Además, Lope incorpora numerosos sonetos y otros poemas que ilustran sus puntos de vista sobre la poesía, mostrando su maestría en el manejo del verso y la metáfora. Estos poemas solo complementan las discusiones teóricas y ofrecen ejemplos concretos de las técnicas y estilos que propone.Artes poéticas de Lope de Vega es una compilación útil para entender su propia filosofía literaria, y las corrientes más amplias del Siglo de Oro español. Estos textos apelan a los eruditos de la literatura, a aquellos interesados en la historia cultural de España y en la evolución de la teoría poética en la Europa del Renacimiento y el Barroco.

Artes Poéticas

de Lope De Vega

Propriedade Descrição
ISBN: 9788498976984
Editor: LINKGUA
Data de Lançamento: agosto de 2010
Idioma: Espanhol
Páginas: 48
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Pensamiento
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788498976984
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Lope De Vega

Poeta dramático espanhol que nasceu em 1562, em Madrid. Morreu em 1635, igualmente em Madrid, depois da morte da última mulher da sua vida, da morte do filho no mar e do rapto da filha mais nova. Foi um dramaturgo marcante da "idade de ouro" espanhola, autor de mais de 1800 peças de teatro, das quais apenas sobreviveram 431, e de algumas centenas de autos, tendo chegado somente 50 aos nossos dias. Foi educado pelos jesuítas e logo se fez notar pela grande facilidade de composição em verso e pela imaginação romanesca.
Em 1583, seguiu para Lisboa, onde embarcou na esquadra espanhola que Álvaro de Bazán preparou para tomar parte na expedição aos Açores, contra os portugueses que resistiam a Castela. Cinco anos depois, tornou a embarcar em Lisboa, na Armada Invencível. Depois de a esquadra ter sido desfeita pelos vendavais e pelos ingleses, Lope regressou a Espanha juntamente com os poucos navios intactos. Pouco depois escreveu Arcádia, uma novela pastoral cheia de alusões a pessoas e a factos do seu tempo. Depois de ter enviuvado, de ter casado segunda vez e de ter vivido vários escândalos amorosos, ingressou na Congregação dos Escravos do Santíssimo Sacramento, em 1608. Em 1611, integrou a Ordem Terceira de S. Francisco. Três anos depois, recebeu as ordens sacras. Em 1627, doutorou-se em Teologia no Collegium Sapientiae e recebeu a Cruz da Ordem de Malta. A partir desse momento passou a utilizar o título de frei.
Os temas das suas obras foram inspirados na tradição nacional. O cunho dramático assenta, sobretudo, no choque das paixões tipicamente espanholas, como o sentimento de honra, a dedicação cavalheiresca, a realeza, a justiça e o contraste entre as sociedades aristocrata e popular. O mais importante na sua obra não é o carácter individual, mas sim o atrito pessoal com a sociedade e o contraste entre o ambiente e a mentalidade. Exemplo disso são obras como El Último Godo, Las Famosas Asturianas, El Mejor Alcalde el Rey, La Desdichada Estefania, La Estrella de Sevilla, Lo Cierto por lo Doduso, El Rey Don Pedro en Madrid, Porfiar Hasta Morir, Peribáñez y el Comendador de Ocaña, Fuente Ovejuna, El Remedio en la Desdicha, Los Comendadores de Córdoba, La Serrana de la Vera, El Marquez de las Navas, El Mejor Mozo de España, e muitas outras.
Para além do género dramático, Lope também se dedicou a novelas em prosa, muitas vezes com versos intercalados - como é o caso de Arcádia. Dentro deste género também escreveu Dorotea e El Peregrino en su Patria (1603) e Las Fortunas de Diana e La Filomena (1621). Escreveu poemas como La Hermosura de Angelica e La Dragóntea (1602), Circe (1624), Mañana de S. Juan, La Corona Tragica, St. Isidoro Labrador e Romancero Espiritual (1625), Rimas Sacras, Laurel de Apolo (1630), e numerosas poesias líricas. Entre as suas obras, existem algumas que se referem a assuntos portugueses, como La Tragedia de Doña Ignez de Castro (1613), El Bastardo de Ceuta (1615), El Duque de Vizeo (1615), El Más Galan Portugués, Duque de Braganza (1615), La Tragedia del Rey Don Sebastian, y Bautismo del Principe de Marruecos (1618), Segunda Parte del Principe Perfecto (1623), D. Juan de Castro, Fernan Mendes Pinto, Comedia Famosa e El Nuevo Mundo Descubierto, uma comédia em verso que narra, em três atos, a viagem de Cristóvão Colombo e a recusa do rei de Portugal em patrocinar a viagem.
Lope de Vega escreveu também romances pastorais, versos históricos de acontecimentos da sua época, versos biográficos de santos espanhóis, longos poemas épicos e burlescos e contos em prosa, "imitando" ou adaptando os trabalhos de Ariosto e de Cervantes. As suas composições líricas - baladas, elegias, epístolas e sonetos - são inúmeras.

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