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Ânsia Eterna eBook

de Júlia Lopes de Almeida
idioma: português do brasil
Editor: Janela Amarela Editora, Janeiro de 2022 ‧
4,49€
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Ebook para wook reader
 Em   Ânsia Eterna  , o leitor tem a oportunidade de conhecer o talento de Julia Lopes de Almeida por meio de textos fortes e contundentes. Contos inusitados, por vezes melancólicos, tristes ou insanos, demonstram toda a versatilidade desta autora que foi injustamente esquecida, mas agora volta a ter suas obras publicadas.   Baseada na publicação de 1903, a edição da Janela Amarela Editora traz notas para termos e palavras fora de uso, para tornar a leitura mais fluida e agradável.     

Ânsia Eterna

de Júlia Lopes de Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 9786599543418
Editor: Janela Amarela Editora
Data de Lançamento: Janeiro de 2022
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 244
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Literatura Fantástica
eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786599543418
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Júlia Lopes de Almeida

Júlia Lopes de Almeida nasceu no Rio de Janeiro, a 24 de setembro de 1862, numa família de abastados imigrantes portugueses. Importante escritora, ativista pelo abolicionismo e cronista brasileira, teve uma educação liberal e esmerada. Em 1886, mudou-se para Lisboa e, no ano seguinte, já casada com o poeta português e diretor da revista A Semana Ilustrada Filinto Elísio, publicou o seu primeiro livro de contos, Traços e Iluminuras. Colaborou intensamente com diversas publicações periódicas sobre temas políticos e sociais, como a abolição da escravatura e os direitos civis, e, depois do seu regresso ao Brasil, para São Paulo, em 1889, publicou o seu primeiro romance, Memórias de Marta. Ao longo dos seguintes, Júlia Lopes de Almeida publicará alguns dos seus mais conhecidos romances, entre eles, A Falência. Nos primeiros anos do início do século, o casal mudou-se para uma casa no Rio de Janeiro, conhecida como Salão Verde, um espaço frequentado por intelectuais cujas conhecidas tertúlias eram organizadas e dirigidas por Júlia. Apesar de ter sido uma das impulsionadoras da criação da Academia de Letras Brasileira, viu, por ser mulher, o seu nome preterido da lista de membros--fundadores, em favor do marido. Em 1925, a família cruza novamente o Atlântico para se fixar em Paris. De regresso ao Brasil, Maria Júlia Lopes de Almeida, um dos nomes mais importantes do modernismo brasileiro, morre na sua cidade-natal, vítima de malária, a 30 de maio de 1934.

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