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Amar , Verbo Intransitivo eBook

de Mário de Andrade
idioma: português do brasil
Editor: Nova Fronteira, Janeiro de 2011 ‧
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Ebook para wook reader
Mário de Andrade (1893-1945) foi poeta, contista, romancista, musicista, cronista, crítico de artes, de literatura, além de folclorista e um dos maiores expoentes do modernismo. As inovações empreendidas em Pauliceia desvairada (1922) o consolidaram como um dos grandes poetas de nossa literatura, e o "Prefácio interessantíssimo", texto de abertura desta obra, tornou-se representativo do movimento modernista. Também publicou o romance Amar, verbo intransitivo (1927), em que já se antecipa o experimentalismo de linguagem radicalizado em Macunaíma, o herói sem nenhum caráter (1928) — um dos livros mais emblemáticos das letras no Brasil. Em seu primeiro romance — Amar, verbo intransitivo —, Mário de Andrade aventura-se a explorar e apreender a natureza e o mistério da alma feminina lançando mão de uma magistral composição da personagem-chave do seu livro: a governanta alemã Fraülein. Narrativa experimental, ousada, plasmada numa linguagem cinematográfica, espontânea, esta obra é uma importante referência dentro do movimento modernista, cujo valor literário reconhecem, à medida que sobre ela se debruçam, os críticos e estudiosos da formação da literatura nacional.

Amar , Verbo Intransitivo

de Mário de Andrade

Propriedade Descrição
ISBN: 9788520933411
Editor: Nova Fronteira
Data de Lançamento: Janeiro de 2011
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 200
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Coleção Clássicos Para Todos
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788520933411
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Mário de Andrade

Mário de Andrade nasceu em São Paulo, a 9 de outubro de 1893.

Formou-se em piano pelo Conservatório de Música de São Paulo, onde viria a lecionar por quase duas décadas. No mesmo ano, 1917, publicou o primeiro livro de poesia, Há uma gota de sangue em cada poema, sob o pseudónimo de Mário Sobral. Iniciou também uma colaboração constante em jornais e revistas, publicando poemas e críticas de literatura, artes plásticas, música e cinema.

Foi ainda por esta altura que tomou contacto com o Modernismo, vindo a ser o fundador e um dos principais autores do Movimento Modernista brasileiro, que procurava romper com os formalismos estéticos e encontrar uma linguagem nacional, própria, promovendo a integração do homem brasileiro com a sua terra. Em 1922, Mário de Andrade publicou Pauliceia Desvairada, o primeiro livro de poesia do Modernismo brasileiro.

Homem de variados interesses, Mário de Andrade foi também um importante investigador do folclore brasileiro, realizando, ao longo da vida, diversas «viagens etnográficas», com o objetivo de estudar a cultura de cada região, que depois incorporava nas suas obras.

Mário de Andrade exerceu diversos cargos públicos ligados à cultura e criou, em 1939, a Sociedade de Etnologia e Folclore de São Paulo, que veio a presidir.
Manteve uma volumosa e ininterrupta correspondência com autores como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Fernando Sabino, e outros.

Mário de Andrade morreu na sua casa em São Paulo, a 25 de fevereiro de 1945, vítima de enfarte do miocárdio.
Por ter mantido uma posição crítica do Estado Novo de Getúlio Vargas, a morte do poeta foi oficialmente ignorada.

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