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Amar, Verbo Intransitivo (Idílio) eBook

de Mário de Andrade
idioma: português do brasil
Editor: Folha de S.Paulo, setembro de 2024 ‧
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Ebook para wook reader
Mais do que Carlos e Fräulein Elza, a governanta alemã que tem como missão iniciar sexualmente o filho de novos ricos paulistanos, os verdadeiros protagonistas de Amar, verbo intransitivo (Idílio) são a língua brasileira e o século 20. Escrito entre 1923 e 1924 e publicado em 1927, o primeiro romance de Mário de Andrade é moderno em todos os sentidos: o narrador abusa dos pronomes oblíquos, os carros e os trens andam em disparada, a ação paga tributo às técnicas de montagem cinematográfica e Freud projeta sobre o livro sua longa sombra. Amar, verbo intransitivo (Idílio) propõe ao romance brasileiro uma melodia nova, composta pela fala e pelas máquinas. Como ele disse num posfácio a este livro: "Ser melodia nova não quer dizer feia. Carece primeiro a gente se acostumar".

Amar, Verbo Intransitivo (Idílio)

de Mário de Andrade

Propriedade Descrição
ISBN: 9786585641869
Editor: Folha de S.Paulo
Data de Lançamento: setembro de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 136
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786585641869

SOBRE O AUTOR

Mário de Andrade

Mário de Andrade nasceu em São Paulo, a 9 de outubro de 1893.

Formou-se em piano pelo Conservatório de Música de São Paulo, onde viria a lecionar por quase duas décadas. No mesmo ano, 1917, publicou o primeiro livro de poesia, Há uma gota de sangue em cada poema, sob o pseudónimo de Mário Sobral. Iniciou também uma colaboração constante em jornais e revistas, publicando poemas e críticas de literatura, artes plásticas, música e cinema.

Foi ainda por esta altura que tomou contacto com o Modernismo, vindo a ser o fundador e um dos principais autores do Movimento Modernista brasileiro, que procurava romper com os formalismos estéticos e encontrar uma linguagem nacional, própria, promovendo a integração do homem brasileiro com a sua terra. Em 1922, Mário de Andrade publicou Pauliceia Desvairada, o primeiro livro de poesia do Modernismo brasileiro.

Homem de variados interesses, Mário de Andrade foi também um importante investigador do folclore brasileiro, realizando, ao longo da vida, diversas «viagens etnográficas», com o objetivo de estudar a cultura de cada região, que depois incorporava nas suas obras.

Mário de Andrade exerceu diversos cargos públicos ligados à cultura e criou, em 1939, a Sociedade de Etnologia e Folclore de São Paulo, que veio a presidir.
Manteve uma volumosa e ininterrupta correspondência com autores como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Fernando Sabino, e outros.

Mário de Andrade morreu na sua casa em São Paulo, a 25 de fevereiro de 1945, vítima de enfarte do miocárdio.
Por ter mantido uma posição crítica do Estado Novo de Getúlio Vargas, a morte do poeta foi oficialmente ignorada.

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