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A Morte De Olivier Bécaille eBook

de Émile Zola
idioma: português do brasil
Editor: L&PM Pocket, setembro de 2011 ‧
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"Foi num sábado, às seis horas da manhã, que morri, após três dias de enfermidade. (...) Mas por que então eu tenho consciência de tudo que me cerca? Não! Eu não posso estar morto! Eu vejo, eu ouço! Vocês me entendem?! Meu Deus, não me enterrem!" (Trecho de A morte de Olivier Bécaille) Émile Zola (1840-1902) foi um dos maiores romancistas franceses de todos os tempos. Homem engajado nas lutas sociais e na vanguarda das artes, assim como manifestou-se a favor de Alfred Dreyfus, general francês acusado de conspiração, defendeu os pintores impressionistas e as lutas populares e democráticas na França. Escreveu o célebre Germinal, além de várias obras-primas da literatura mundial. Este livro reúne três novelas curtas: A morte de Olivier Bécaille, Nantas e A inundação, onde temos uma consistente amostra de seu gênio.

A Morte De Olivier Bécaille

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9788525424358
Editor: L&PM Pocket
Data de Lançamento: setembro de 2011
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 128
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788525424358
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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