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A Intrusa eBook

de Júlia Lopes de Almeida
idioma: português do brasil
Editor: Principis, julho de 2020 ‧
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Ebook para wook reader
Argemiro, um advogado viuvo, jovem e rico, precisa de alguém para cuidar da casa e de sua filha Gloria, que mora com os avos e o visita aos fins de semana. Então, coloca um anuncio em um jornal e a jovem Alice se candidata. Antes de contrata-la, ele coloca a regra de não se verem, afinal, prometera a esposa que não casaria outra vez. Apesar de sua sogra não gostar da situação por querer manter viva a memória da filha, a governanta vai colocando tudo em ordem e conquistando as pessoas, inclusive Argemiro, que mesmo sem vê-la e cativado pela influencia da moca na casa e em sua vida.

A Intrusa

de Júlia Lopes de Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 9786555520743
Editor: Principis
Data de Lançamento: julho de 2020
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 208
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Clássicos Da Literatura Mundial
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786555520743
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Júlia Lopes de Almeida

Júlia Lopes de Almeida nasceu no Rio de Janeiro, a 24 de setembro de 1862, numa família de abastados imigrantes portugueses. Importante escritora, ativista pelo abolicionismo e cronista brasileira, teve uma educação liberal e esmerada. Em 1886, mudou-se para Lisboa e, no ano seguinte, já casada com o poeta português e diretor da revista A Semana Ilustrada Filinto Elísio, publicou o seu primeiro livro de contos, Traços e Iluminuras. Colaborou intensamente com diversas publicações periódicas sobre temas políticos e sociais, como a abolição da escravatura e os direitos civis, e, depois do seu regresso ao Brasil, para São Paulo, em 1889, publicou o seu primeiro romance, Memórias de Marta. Ao longo dos seguintes, Júlia Lopes de Almeida publicará alguns dos seus mais conhecidos romances, entre eles, A Falência. Nos primeiros anos do início do século, o casal mudou-se para uma casa no Rio de Janeiro, conhecida como Salão Verde, um espaço frequentado por intelectuais cujas conhecidas tertúlias eram organizadas e dirigidas por Júlia. Apesar de ter sido uma das impulsionadoras da criação da Academia de Letras Brasileira, viu, por ser mulher, o seu nome preterido da lista de membros--fundadores, em favor do marido. Em 1925, a família cruza novamente o Atlântico para se fixar em Paris. De regresso ao Brasil, Maria Júlia Lopes de Almeida, um dos nomes mais importantes do modernismo brasileiro, morre na sua cidade-natal, vítima de malária, a 30 de maio de 1934.

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