A Imortal da Graça eBook
SINOPSE
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897225963 |
| Editor: | Quetzal Editores |
| Data de Lançamento: | março de 2019 |
| Páginas: | 264 |
| Tipo de produto: | eBook |
| Formato e Compatibilidade: | |
| Classificação Temática: |
eBooks em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789897225963 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Ironicamente (i)mortais
Manuela Cunha
Uma ironia sobre tantas ironias. Ler este livro, onde há um bairro fechado por obras, numa altura em que nós próprios não podemos ou não devemos sair de casa, levou-me a pensar em quantos de nós seremos um Gabriel que coloca as desculpas das obras para tudo e nem uma taluda premiada é capaz de levantar? Que desculpas usamos nós diariamente para não fazer aquilo que é suposto fazer? Um livro sobre o coração das cidades (neste caso é Lisboa e o bairro da Graça, que nos dá aquele afecto maior, mas poderia ser uma outra cidade), sobre envelhecer sonhos e memórias, sobre a felicidade, sobre a passagem do tempo (com ou sem pressas), sobre a morte, "até ao dia" em que já não somos imortais. E sobre esse manifesto que, para mim, é o coração deste livro, nas páginas 206 a 208, as pessoas, todos nós e o que provocamos uns nos outros - uma enorme falta de paciência e um esgotamento - que, no fim de contas, também não nos leva a lado nenhum. Mesmo que nos arranjemos com esmero, para sair de casa.
Abre-se um bairro
Manuela Cunha
Uma ironia sobre tantas ironias. Ler este livro, onde há um bairro fechado por obras, numa altura em que nós próprios não podemos ou não devemos sair de casa, levou-me a pensar em quantos de nós seremos um Gabriel que coloca as desculpas das obras para tudo e nem uma taluda premiada é capaz de levantar? Que desculpas usamos nós diariamente para não fazer aquilo que é suposto fazer? Um livro sobre o coração das cidades (neste caso é Lisboa e o bairro da Graça, que nos dá aquele afecto maior, mas poderia ser uma outra cidade), sobre envelhecer sonhos e memórias, sobre a felicidade, sobre a passagem do tempo (com ou sem pressas), sobre a morte, "até ao dia" em que já não somos imortais. E sobre esse manifesto que, para mim, é o coração deste livro, nas páginas 206 a 208, as pessoas, todos nós e o que provocamos uns nos outros - uma enorme falta de paciência e um esgotamento - que, no fim de contas, também não nos leva a lado nenhum. Mesmo que nos arranjemos com esmero, para sair de casa.
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