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A Cara Do Meu Vizinho E As Rosas eBook

Dois Contos De Júlia Lopes De Almeida

de Júlia Lopes de Almeida
Editor: Axolote Editorial, março de 2023 ‧
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Ebook para wook reader
A narração em primeira pessoa é um traço comum a esses dois contos de Júlia Lopes de Almeida. Em "A cara do meu vizinho", um suspense envolve o roubo ocorrido na casa de Nuno, vizinho do narrador, contado pelo criado Evaristo. O ponto singular é a percepção de alongamento do rosto da vítima. Será? Já em "As rosas", uma narrativa curta dá conta da tragédia no jardim da narradora, envolvendo o jardineiro e sua filha.

A Cara Do Meu Vizinho E As Rosas

Dois Contos De Júlia Lopes De Almeida

de Júlia Lopes de Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 4066339320437
Editor: Axolote Editorial
Data de Lançamento: março de 2023
Idioma: Português
Páginas: 10
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Clássicos Em Menos De Uma Hora
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
eBooks em Português > Literatura > Contos
EAN: 4066339320437
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Júlia Lopes de Almeida

Júlia Lopes de Almeida nasceu no Rio de Janeiro, a 24 de setembro de 1862, numa família de abastados imigrantes portugueses. Importante escritora, ativista pelo abolicionismo e cronista brasileira, teve uma educação liberal e esmerada. Em 1886, mudou-se para Lisboa e, no ano seguinte, já casada com o poeta português e diretor da revista A Semana Ilustrada Filinto Elísio, publicou o seu primeiro livro de contos, Traços e Iluminuras. Colaborou intensamente com diversas publicações periódicas sobre temas políticos e sociais, como a abolição da escravatura e os direitos civis, e, depois do seu regresso ao Brasil, para São Paulo, em 1889, publicou o seu primeiro romance, Memórias de Marta. Ao longo dos seguintes, Júlia Lopes de Almeida publicará alguns dos seus mais conhecidos romances, entre eles, A Falência. Nos primeiros anos do início do século, o casal mudou-se para uma casa no Rio de Janeiro, conhecida como Salão Verde, um espaço frequentado por intelectuais cujas conhecidas tertúlias eram organizadas e dirigidas por Júlia. Apesar de ter sido uma das impulsionadoras da criação da Academia de Letras Brasileira, viu, por ser mulher, o seu nome preterido da lista de membros--fundadores, em favor do marido. Em 1925, a família cruza novamente o Atlântico para se fixar em Paris. De regresso ao Brasil, Maria Júlia Lopes de Almeida, um dos nomes mais importantes do modernismo brasileiro, morre na sua cidade-natal, vítima de malária, a 30 de maio de 1934.

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