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A Arte De Amar eBook

de Ovídio
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, outubro de 2020 ‧
1,90€
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Ebook para wook reader
Ovidio é reconhecido como o último dos grandes poetas da era de Augusto, Depois de abandonar uma carreira política em favor de uma vida de poesia nos redutos literários de Roma, Ovídio encontrou sucesso imediato com suas primeiras investidas nas elegias de amor. A Arte de Amar é uma das obras mais conhecidas de Ovídio e, provavelmente a responsável de seu banimento de Roma, uma vez que a apologia ao amor extraconjugal foi considerada uma afronta aos princípios de 'família' e a moralidade aspirada pelo imperador Augusto. Os ensinamentos apresentados no livro são uma forma hilária, de mostrar as inseguranças, dúvidas e anseios de como agir para conquistar a mulher amada. A obra promete deliciar o eleitora ao mostrar como era a arte da sedução há dois mil anos atrás, bem como surpreendê-lo com as enormes semelhanças nos dias de hoje.

A Arte De Amar

de Ovídio

Propriedade Descrição
ISBN: 9786587921679
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: outubro de 2020
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 102
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > História > História Antiga
eBooks em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9786587921679
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Ovídio

Públio Ovídio Nasão nasceu em Sulmo, a atual Sulmona, a 20 de março de 43 a.C. Cedo entrou nos meios literários de Roma e se tornou próximo dos melhores poetas de então. Assim teve início o seu percurso pela poesia amorosa e erótica, que o levaria, sucessivamente, a compor as Heróides, a Arte de amar, os Remédios contra o amor, os Tratamentos para a beleza da mulher. Em meio de tão grande sucesso e quando nada o fazia prever, atingiu-o um duro golpe da fortuna, súbito e inesperado: Augusto, em 8 a. C., expulsou-o de Roma e condenou-o ao exílio, em Tomos, nos confins do Império, no atual território da Roménia. E, já em Tomos, foi compondo cartas que tinham por destinatários a esposa, os amigos, a família que em Roma ficara. Organizou-as em duas coletâneas: os Tristes, primeiro, ou, talvez, numa tradução mais fiel, Cantos de tristeza, e, mais tarde, as Cartas do Ponto. Em uma e outra abundam poemas de queixume, de tristeza, um canto doentio e monótono, de quem sente fugir-lhe a inspiração para tudo o mais que não seja a celebração da sua própria dor. A qualidade estética desses poemas tem dividido os estudiosos; seja como for, porém, a verdade é que, com essas coletâneas, Ovídio inaugurou uma nova modalidade de poesia, a que poderíamos, sem exagero, chamar "poética do exílio".

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