1808 eBook
SINOPSE
Edição revista e ampliada.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-68590-2 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | junho de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Páginas: | 392 |
| Tipo de produto: | eBook |
| Formato e Compatibilidade: | |
| Classificação Temática: |
eBooks em Português
>
História
>
História do Brasil
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| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Um livro necessário e fantástico
Sara T.
Este é um livro fantástico e absolutamente necessário. Os Portugueses precisam de ler mais sobre o Brasil pela perspetiva de uma pessoa brasileira. O autor escreveu de forma muito equilibrada entre ensaio jornalístico e romance. O livro diverte do início ao fim e traz a perspetiva de colonizadores portugueses que se tornaram brasileiros e muitos viajantes estrangeiros que tinham uma perspetiva sem viés. Os portugueses que ainda recusam pensar na era dos Descobrimentos como uma época em que Portugal trouxe sofrimento para muitos lugares do mundo, e em destaque para o Brasil, não irão gostar de muitas das opiniões não-portuguesas expressadas. Este livro e os restantes da mesma "coleção" são extremamente necessários para todos os Portugueses que queiram estar mais informados sobre o efeito real da colonização do Brasil, que ainda são sentidos no Brasil dos dias de hoje.
Péssimo
NM
Livro escrito na forma de romance histórico, de leitura fácil e aprazível. Historiografia Zero. Crítica histórica Zero. Os factos são apresentado numa síntese da bibliografia mais ultrapassada sobre o tema, incluindo todos os pretensos "historiadores" românticos e republicanos, detractores da monarquia, ou da portugalidade brasileira. Aliás, o autor é Jornalista e não Historiador, pelo que o conceito de crítica historiográfica lhe deva ser estranho. É ridícula a sua pretensão de "devolver seus protagonistas à dimensão mais correta possível dos papéis que desempenharam duzentos anos atrás.” O seu trabalho é 90% baseado em fontes secundárias muito posteriores, antagonistas da monarquia e não em fontes primárias. A época em apreço (que os governos brasileiros da república quiseram esquecer) carece de um enorme trabalho de investigação da documentação coeva. Continua a embarcar na anacrónico tratamento caricatural e ridicularização da pessoa e da corte de D. João VI, que era uma das mais ricas e cultas da Europa, com base em boatos, maledicências e factos improvados. Um contributo para Lusofobia brasileira enraizada pela República.