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10 Melhores Crônicas - Júlia Lopes De Almeida eBook

de Júlia Lopes de Almeida
Editor: Tacet Books, julho de 2023 ‧
2,99€
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Ebook para ADE
Julia Lopes de Almeida transcendeu as limitações impostas aos temas femininos e abordou uma ampla gama de assuntos em suas crônicas. Das nuances do cotidiano urbano à complexidade da vida familiar, da vestimenta feminina à denúncia da violência policial, Julia Lopes de Almeida nos presenteia com sua perspicácia e visão afiada da realidade. Suas crônicas oferecem uma imersão no mundo da autora, revelando sua habilidade em capturar a essência da sociedade e do tempo em que viveu.

10 Melhores Crônicas - Júlia Lopes De Almeida

de Júlia Lopes de Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 9783988659040
Editor: Tacet Books
Data de Lançamento: julho de 2023
Idioma: Português
Páginas: 62
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Contos
eBooks em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9783988659040
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Júlia Lopes de Almeida

Júlia Lopes de Almeida nasceu no Rio de Janeiro, a 24 de setembro de 1862, numa família de abastados imigrantes portugueses. Importante escritora, ativista pelo abolicionismo e cronista brasileira, teve uma educação liberal e esmerada. Em 1886, mudou-se para Lisboa e, no ano seguinte, já casada com o poeta português e diretor da revista A Semana Ilustrada Filinto Elísio, publicou o seu primeiro livro de contos, Traços e Iluminuras. Colaborou intensamente com diversas publicações periódicas sobre temas políticos e sociais, como a abolição da escravatura e os direitos civis, e, depois do seu regresso ao Brasil, para São Paulo, em 1889, publicou o seu primeiro romance, Memórias de Marta. Ao longo dos seguintes, Júlia Lopes de Almeida publicará alguns dos seus mais conhecidos romances, entre eles, A Falência. Nos primeiros anos do início do século, o casal mudou-se para uma casa no Rio de Janeiro, conhecida como Salão Verde, um espaço frequentado por intelectuais cujas conhecidas tertúlias eram organizadas e dirigidas por Júlia. Apesar de ter sido uma das impulsionadoras da criação da Academia de Letras Brasileira, viu, por ser mulher, o seu nome preterido da lista de membros--fundadores, em favor do marido. Em 1925, a família cruza novamente o Atlântico para se fixar em Paris. De regresso ao Brasil, Maria Júlia Lopes de Almeida, um dos nomes mais importantes do modernismo brasileiro, morre na sua cidade-natal, vítima de malária, a 30 de maio de 1934.

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